ARARIPINA

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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

PESQUISA - QUASE UM TERÇO DOS USUÁRIOS DE INTERNET RELATAM TENTATIVA DE GOLPE


Cerca de 45 milhões de usuários de internet com 16 anos ou mais no Brasil ─ 32% do total ─ sofreram tentativas de golpe com o uso de seus dados pessoais. Além disso, 20% relataram que foram vítimas efetivas desse tipo de crime.


O estudo foi realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), área do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A missão do Cetic.br é produzir dados estatísticos e análises de impactos das tecnologias digitais na sociedade.

A população-alvo do estudo, de abrangência nacional, foram os usuários de Internet com 16 anos ou mais no Brasil. A intenção foi conhecer a perspectiva das pessoas sobre privacidade, as práticas adotadas, os riscos percebidos e a visão sobre o uso de dados pessoais por terceiros. Realizada em dezembro de 2025, a pesquisa teve 2,5mil respondentes em entrevistas online (CAWI).

Segundo Winston Oyadomari, um dos coordenadores da pesquisa, é a primeira vez que o Cetic.br investigou este tema perguntando se as pessoas identificam as tentativas de golpes pela internet ou se foram vítimas.

“Esse é até um tema difícil, porque as pessoas ficam constrangidas e abaladas com as tentativas de golpe, então, não é um tema simples para a pesquisa abordar”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Golpes em aplicativos

Essas tentativas ocorrem por vários canais de comunicação. A principal via de abordagem são os aplicativos de mensagem (84% dos casos). Na sequência, estão as ligações telefônicas (79%), sites ou aplicativos falsos (71%), SMS (71%), email (69%) e redes sociais (67%).

“Mesmo as pessoas que não estão usando ou não têm o hábito de usar a internet, ou mesmo não têm habilidades com a tecnologia, elas também postam e estão sujeitas a este tipo de tentativa de golpe”, afirmou.

Oyadomari destacou a incidência das tentativas nas relações dos usuários com sites ou aplicativos falsos.

“A gente identificou que as pessoas que usam apenas o celular reportam mais tentativas de golpes por sites ou aplicativos falsos do que as pessoas que também usam computador. Pode existir aí uma limitação ou dificuldade que o próprio dispositivo de acesso proporciona, uma maior vulnerabilidade”, analisou.

A constatação das tentativas de golpes causaram reações específicas nos usuários. De acordo com o coordenador, a maioria citou estresse ou mal estar. “Isso afetou emocionalmente a pessoa e seus familiares”, complementou.

Os golpes, conforme explicou, não ficam apenas no roubo de dinheiro ou de dados bancários, mas incluem a perda de acesso a contas. Golpistas podem prejudicar o acesso aos serviços públicos ao tomar o controle do e-mail usado no Gov.br, por exemplo.

“Essa questão do roubo de acesso é também um fenômeno de preocupação, não só o prejuízo financeiro. Pode tirar do cidadão o acesso a serviços fundamentais, de governo, de assistência ou de políticas públicas”, alertou.
Escolaridade

Por trás dos dados elevados está o nível de escolaridade dos usuários. Quem tem um patamar mais baixo reportou todas as situações vivenciadas com mais frequência.

“A gente está dizendo basicamente que as pessoas menos escolarizadas estão tão sujeitas aos golpes quanto às demais. No entanto, entre as menos escolarizadas, o estrago é maior”, pontuou.

Segundo do coordenador, a partir da escolaridade, é necessário discutir não só a questão da proteção de dados, mas também a das capacidades e habilidades no uso da tecnologia.

“Essas duas coisas têm que andar juntas. Não adianta promover só uma cultura de proteção de dados, sem levar em consideração que uma parte importante das pessoas precisa desenvolver as habilidades digitais em busca de um ambiente digital seguro”, afirmou.

Inteligência artificial (IA)

Em uma primeira investigação sobre a relação dos brasileiros com ferramentas de inteligência artificial generativa, sob a ótica da privacidade, a pesquisa mostrou que, apesar de a utilização profissional ou acadêmica ser a mais comum, não é raro encontrar casos de uso dessas plataformas “para aconselhamento, suporte emocional e companhia”.

Entre as categorias analisadas, o uso de IA de generativa para trabalho ou de estudo foi a mais apontada (73%), seguida de preferências e gostos pessoais, como filmes ou músicas (58%), sentimentos e emoções (54%), dados de saúde, como sintomas e exames (52%) e fotos suas ou de pessoas conhecidas (50%). As menos citadas foram finanças pessoais, como orçamentos e investimentos (41%) e dados pessoais, como nome, endereço, data de nascimento ou CPF (37%).

A maioria (66%) dos usuários de IA generativa relatou estar preocupado ou muito preocupado com o uso de dados pessoais pelas empresas responsáveis por essas ferramentas. O percentual é maior entre os que têm nível mais alto de escolaridade (72%).

“Não é porque as pessoas utilizam a ferramenta que elas não estejam preocupadas, e não é porque estão preocupadas que vão deixar de utilizar. O uso e a preocupação andam de mãos dadas. Você utiliza a ferramenta porque ela traz benefícios, mas também tem preocupação por não existir uma transparência de como esses dados são utilizados”, observou o coordenador.

Para Oyadomari, a questão dos dados cada vez mais íntimos e pessoais serem divididos com as ferramentas está associada à preocupação. A compreensão do que é feito com esses dados é baixa e, por isso, esse nível de preocupação.

Outra preocupação é o compartilhamento de dados de saúde, que veio com as novas funcionalidades permitidas pelas ferramentas de IA generativa. Conforme o coordenador, as pessoas estão discutindo, por exemplo, os seus dados de saúde na IA generativa.

“Dados de saúde, tradicionalmente, são tidos como dados pessoais sensíveis. Existe toda uma preocupação de como são armazenados e sobre quem pode ter acesso ao seu prontuário médico. Isso é um tema de bastante preocupação no campo da proteção de dados e as pessoas”, chamou atenção.


Golpes feitos pelo telefone celular preocupam brasileiros. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Empresas

O estudo se estendeu às empresas brasileiras e 69% das que responderam as questões relataram armazenar dados pessoais de clientes e/ou usuários.

A biometria permaneceu como a mais frequentemente armazenada pelas organizações (31%), acompanhada na sequência por dados de saúde (26%). Ainda entre as empresas que guardam os dados, 9% disseram armazenar informações pessoais de menores de 18 anos.

“Esse percentual alcança 21% entre aquelas de grande porte e 19% no setor de alojamento e alimentação”, completou o estudo.

O levantamento mostrou um quadro de estabilidade na implementação de estruturas formais de governança ou adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Os dados indicaram que “40% das empresas realizam reuniões específicas sobre o tema, 32% contrataram consultorias ou assessorias externas especializadas, 20% mantêm uma área ou funcionários dedicados a atividades de proteção de dados e apenas 16% nomearam formalmente um encarregado de proteção de dados (DPO)”.

As medidas mais reportadas pelas empresas na pesquisa foram a alteração de contratos vigentes (30%), a criação de política de uso de dados de funcionários (29%) e o desenvolvimento de políticas de privacidade (28%).
Poder Público

No setor público, houve avanço na presença de áreas ou responsáveis por privacidade especialmente na esfera municipal. Impulsionada, por prefeituras de até 10 mil habitantes (de 31% para 37%), a fatia de órgãos públicos que dedicaram parte de sua estrutura ao tema subiu de 36%, em 2023, para 42%, em 2025.

A presença dessas estruturas nos órgãos federais e estaduais se mostrou mais presente no Ministério Público (100%), Judiciário (94%) e Legislativo (83%) do que no Executivo (74%).

A implantação de políticas de segurança da informação também aumentou, de 24% para 28%, em estabelecimentos públicos de saúde. O percentual chega a 54% nos hospitais públicos com mais de 50 leitos.

“A realização de treinamentos em segurança da informação para equipes dobrou na rede pública, passando de 16%, em 2023, para 32%, em 2025”, apontou o estudo.

As escolas públicas também registraram avanço na presença de políticas de proteção de dados e segurança da informação. A proporção de instituições que possuíam documento com essas diretrizes passou de 37%, em 2020, para 54%, em 2025.

A utilização de serviços digitais relacionada à privacidade e à proteção de dados influenciou o cenário em 2025: 39% dos gestores de escolas públicas que não utilizavam programas, sistemas e plataformas na gestão escolar relataram que “a preocupação com a privacidade e a proteção de dados pessoais está entre os principais desafios associados à adoção desses recursos". A proporção chega a 36% nas redes municipais e a 58% nas estaduais.

Para 25% dos gestores de escolas públicas, a segurança de dados é também um dos motivos para não utilizar dispositivos, plataformas ou outros recursos educacionais digitais, apontando como motivos os riscos de vazamento ou roubo de dados dos alunos (16%) e a falta de clareza nos termos de uso sobre o tratamento dessas informações (15%).

Em relação à formação e ao compartilhamento de informações sobre o tema, o levantamento apontou ainda que 73% dos gestores relataram ter recebido orientações da rede de ensino sobre o tratamento de dados de alunos e profissionais, e 46% das instituições realizaram debates ou palestras sobre o tema (contra 32% em 2023), tendo como público principal professores (44%) e funcionários (43%).

Para a coordenadora do CGI.br, Renata Mielli, ao mesmo tempo em que os usuários precisam prestar atenção às informações que compartilham, não é possível transferir para eles a responsabilidade por proteger seus dados.

“É fundamental que empresas e organizações públicas adotem práticas de governança, transparência e segurança capazes de garantir o uso responsável dessas informações. A proteção de dados é uma dimensão essencial da autonomia e dos direitos das pessoas na sociedade digital”, disse em texto de divulgação da pesquisa.

Por Cristina Índio do Brasil - Agência Brasil

SANTA CRUZ DA VENERADA - HOMEM MORRE ESMAGADO POR CAMINHÃO PIPA QUANDO DORMIA EMBAIXO DO VEÍCULO


Um homem identificado por Jailson, de aproximadamente 35 anos, foto acima, morreu esmagado por um caminhão pipa na manhã da sexta-feira 28/08, quando dormia embaixo do veículo no município de Santa Cruz da Venerada-PE. A vítima não percebeu que o veículo estava prestes sair e nem o motorista que deu a partida percebeu que a vítima dormia naquele local, e ao sair passou por cima do homem que teve ferimentos graves e morreu ainda no local.

A polícia militar isolou a área até chega do Instituto de Criminalística da polícia civil, a qual realizou a perícia preliminar e removeu o corpo ao IML de Petrolina. O caso foi registrado na DPC loca e um Inquérito Policial foi instaurado para apurar o fato.


Foto – Reprodução Internet

MARCOLÂNDIA-PI - 30ª EDIÇÃO DA OPERAÇÃO FORÇA TOTAL É DEFLAGRADA PELA POLÍCIA MILITAR


Nos primeiros minutos da madrugada de quinta-feira 27/08, por determinação do Comando CPSA, foi iniciada pela polícia militar a 30ª EDIÇÃO DA OPERAÇÃO FORÇA TOTAL, com término às 23:59 do dia seguinte, 28/08, sendo empregadas 02 viaturas com 06 oficiais da Polícia Militar do Piauí.
Segundo o Sargento Roberto, Comandante do GPM de Marcolândia-PI, a operação consiste na realização de barreiras em locais estratégicos no intuito de combater as ações criminosas, deixando a população mais segura, especificamente o município de Marcolândia-Pl.
Durante a 30ª EDIÇÃO DA OPERAÇÃO FORÇA TOTAL, foram realizadas diversas abordagens em pessoas e veículos combatendo as mais diversas modalidades de ações criminosas. Foram 379 buscas pessoais e 123 vistorias veiculares, mas nada de ilícito foi encontrado, sendo a operação transcorrida sem anormalidades.
Por Fredson Paiva
Fonte – Polícia Militar do Piauí/ GPM de Marcolândia

OPORTUNIDADE - PREFEITURA DE BELO JARDIM ABRE INSCRIÇÕES PARA CONCURSO PÚBLICO


A Prefeitura de Belo Jardim realizará o primeiro concurso público de 2026 para preenchimento de 150 vagas imediatas, com oportunidades para os níveis fundamental, médio, técnico e superior.

As inscrições estarão abertas de 1º de setembro a 4 de outubro e o edital nº 001/2026 já está publicado. Os interessados podem acessá-lo através do site da realizado do certamente, a Fundação Vale do Piauí (FUNVAPI), no link: (www.funvapi.com.br).

Os salários variam de R$ 1.621,00 a R$ 4.500,00 mil, de acordo com o cargo. As taxas são de R$ 78,50 para cargos de nível fundamental; R$ 81,80 para nível médio e R$ 121,80 para nível superior. Os candidatos que atenderem aos critérios previstos no edital poderão solicitar a isenção da taxa entre os dias 1º e 2 de setembro.

Entre as vagas oferecidas estão de Analista Administrativo, Contador, Economista, Assistente Social, Agente Administrativo, Auxiliar de Saúde Bucal e Enfermeiro Ambulatorial.

As provas estão previstas para os dias 18 de outubro e 1º de novembro, conforme o cargo. O edital completo, a relação de cargos, requisitos, conteúdos e demais informações sobre o concurso estão disponíveis no site oficial da banca.

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ARARIPINA - ACIDENTE DE TRÂNSITO COM VÍTIMA FATAL É REGISTRADO NA BR-316 ALTURA DO SÍTIO CAJUEIRO


A colisão entre um carro e uma moto por volta das 20:00 de quinta-feira 27/08, na BR-316, altura do Sítio Cajueiro, zona rural de Araripina, deixou uma pessoa morta. A vítima foi identificada por Gilsônio Leite Souza, também conhecido por Gilsão, de 48 anos, foto acima. Segundo informações, a vítima conduzia uma moto no sentido Araripina à Marcolândia-PI, quando foi colhido na traseira por um veículo Gol de cor branca. Por conta da forte batida a vítima morreu no local.

O motorista do Gol fugiu do local, mas posteriormente foi identificado. Os veículos ficaram completamente destruídos. A polícia militar, PRF e polícia civil estiveram no local e registraram a ocorrência. O caso foi registrado na DPC local e um Inquérito Policial foi instaurado para apurar o fato.

RECIFE - JUSTIÇA MANDAR RETIRAR PUBLICAÇÕES QUE ATRIBUEM A JOÃO CAMPOS PANFLETOS CONTRA RAQUEL LYRA


O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou a retirada de três publicações nas redes sociais que atribuíam ao candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB), à Frente Popular e ao grupo político ligado a ele a produção ou distribuição de panfletos apócrifos com ataques à governadora Raquel Lyra (PSD).

A decisão liminar foi assinada neste domingo (30) pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo, relator da representação apresentada pela Frente Popular de Pernambuco.

A ação foi movida contra o candidato a deputado estadual Nielson José Anderson Lins Botelho, conhecido como Ni do Badoque (PSD), o candidato ao Senado José Mendonça Bezerra Filho (PL), o jornalista Ricardo César do Vale Antunes e o Facebook Serviços Online do Brasil, responsável pela plataforma Instagram.

Segundo a representação, os cartazes encontrados em vias públicas não possuem assinatura, identificação de origem ou informações sobre quem os produziu, financiou ou distribuiu. O próprio processo registra que, até o momento, não havia elemento capaz de atribuir a autoria do material a uma pessoa, partido, coligação ou campanha.

A Frente Popular também afirmou não ter confeccionado, financiado, patrocinado ou distribuído os cartazes.

Para o desembargador, o ponto principal da análise não era a existência dos panfletos, que foram efetivamente encontrados, mas a atribuição de sua produção ou distribuição ao grupo de João Campos sem que houvesse, até aquele momento, suporte probatório para essa conclusão.

Acusação direta

Na publicação de Ricardo Antunes, o conteúdo trazia a manchete “O NOVO JOGO SUJO DO PSB” e a afirmação de que o “Grupo de João Campos” teria espalhado os panfletos. Para o magistrado, a postagem não se limitou a informar sobre a existência do material ou a emitir uma opinião sobre seu conteúdo.

“Há atribuição direta e categórica ao ‘Grupo de João Campos’ da conduta de espalhar os panfletos, além da vinculação do episódio ao PSB mediante a expressão ‘O NOVO JOGO SUJO DO PSB’”, afirmou o desembargador.

A decisão aponta ainda que os elementos apresentados ao TRE-PE não demonstravam que o PSB, a Frente Popular, João Campos ou seu grupo político tivessem produzido, financiado ou distribuído o material. Com isso, o relator considerou presente, em análise preliminar, a chamada “probabilidade do direito” alegada pela coligação.
Reprodução por Ni do Badoque

No caso de Ni do Badoque, o desembargador analisou não apenas as declarações feitas pelo candidato, mas também o material visual utilizado na publicação. No vídeo, Ni reconhece que os cartazes eram anônimos, questiona quem os teria impresso e financiado e defende que os responsáveis sejam identificados e investigados.

Ao mesmo tempo, porém, reproduziu em seu perfil o conteúdo divulgado anteriormente por Ricardo Antunes, que continha a atribuição ao PSB e ao grupo de João Campos. Para o relator, essa reprodução voluntária incorporou à publicação do candidato a imputação feita no material original.

O desembargador destacou que a regra eleitoral analisada no processo alcança também conteúdos produzidos originalmente por terceiros quando são utilizados em propaganda eleitoral. Por isso, considerou que a reprodução da peça, mesmo acompanhada de questionamentos sobre a autoria dos cartazes, justificava a intervenção judicial em caráter provisório.
Mendonça Filho

A situação de Mendonça Filho foi analisada de maneira diferente, já que o candidato não citou nominalmente João Campos, PSB ou Frente Popular. Na publicação, ele afirmou que Raquel vinha sofrendo ataques de seus “adversários amarelos”, que estariam “desesperados”, e criticou os ataques relacionados à morte do marido da governadora.

Para o relator, a expressão “adversários amarelos” deveria ser interpretada dentro do contexto da disputa eleitoral. A decisão considera que a cor amarela é utilizada como identificação por João Campos e seu grupo político, enquanto o roxo é associado à campanha de Raquel Lyra.

O magistrado também levou em consideração o restante da publicação, na qual Mendonça Filho afirmou que os adversários não conseguiriam fazer uma “oposição limpa”, estariam incomodados com a campanha de Raquel e desejou que o episódio servisse de “impulso para uma vitória esmagadora”.

Nesse contexto, concluiu pela existência, em análise preliminar, de elementos suficientes para conceder a tutela também contra o conteúdo publicado pelo candidato.

Ao fundamentar a liminar, Luiz Gustavo Mendonça de Araújo ressaltou que a análise naquele momento estava restrita aos pedidos de urgência e à tutela inibitória. Segundo ele, a decisão não antecipa um julgamento definitivo sobre o mérito da representação nem sobre eventual responsabilidade eleitoral ou penal dos representados.

O relator também destacou que a Justiça Eleitoral deve atuar com a menor interferência possível no debate democrático e que a retirada de conteúdos da internet exige decisão fundamentada, especialmente em período eleitoral. No caso analisado, porém, entendeu que a permanência das publicações poderia ampliar rapidamente a circulação das acusações, devido ao alcance das redes sociais.

A decisão também foi delimitada para evitar uma proibição genérica de manifestações políticas. Os representados continuam podendo repudiar os cartazes, prestar solidariedade à governadora, cobrar investigação e responsabilização dos autores e fazer críticas políticas aos adversários, desde que não reproduzam a atribuição específica de autoria dos panfletos considerada sem suporte probatório no processo.

Prazo

O TRE-PE determinou ao Facebook Serviços Online do Brasil, responsável pelo Instagram, que remova, no prazo de duas horas após a intimação, as três publicações questionadas, vinculadas aos perfis de Ricardo Antunes, Ni do Badoque e Mendonça Filho. Para a plataforma, foi estabelecida multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.

Já os três representados deverão se abster de publicar, republicar, compartilhar, impulsionar, reeditar ou veicular novamente os conteúdos questionados, inclusive por meio de recortes, montagens ou versões substancialmente equivalentes que mantenham a acusação de que João Campos, a Frente Popular, o PSB ou seu grupo político produziram, financiaram, patrocinaram ou distribuíram os cartazes.

Para cada novo ato de descumprimento, a multa estabelecida é de R$ 25 mil individualmente.

A plataforma também foi obrigada a preservar dados relacionados às publicações, como visualizações, alcance, impressões, compartilhamentos, interações, datas e horários de veiculação e eventual histórico de edições, para utilização na instrução do processo.

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Após a decisão, os representados foram citados para apresentar defesa em dois dias. Em seguida, o Ministério Público Eleitoral deverá se manifestar no prazo de um dia.
Raquel aciona autoridades

A governadora Raquel Lyra também acionou as autoridades no domingo (30) após cartazes com ataques pessoais contra ela serem espalhados por ruas do Bairro do Recife. A governadora registrou boletins de ocorrência nas polícias Federal e Civil para que o episódio seja apurado.

Após tomar conhecimento da circulação dos cartazes, Raquel se manifestou nas redes sociais e afirmou que os ataques, que já vinham ocorrendo no ambiente virtual, chegaram às ruas. A governadora também pediu respeito à família, aos filhos e à memória do marido.

ARARIPINA - CASA COM BOA LOCALIZAÇÃO NA ÁREA CENTRAL PARA ALUGAR COM OU SEM MÓVEIS


RECONHECIMENTO - SENADOR HUMBERTO VENCE MAIS UMA VEZ O PRÊMIO CONGRESSO EM FOCO E CONSOLIDA TRAJETÓRIA DE LIDERANÇA NO SENADO FEDERAL


O senador Humberto Costa (PT) conquistou, mais uma vez, o Prêmio Congresso em Foco, uma das mais importantes premiações da política brasileira. A escolha foi feita por um júri técnico especializado, que o apontou como um dos melhores parlamentares do Senado Federal. A nova conquista reforça a credibilidade e a atuação destacada do senador, que já se tornou presença constante nas listas de honra do Legislativo nacional.

A premiação busca valorizar o Parlamento, incentivar a participação da sociedade na política e reconhecer parlamentares que contribuem para a atividade legislativa. A escolha dos vencedores envolve diferentes modalidades, entre elas a votação do júri técnico, que permite a avaliação especializada por parte de diferentes profissionais com atuação em política, comunicação e atividade legislativa.

O reconhecimento deste ano se soma a mais de uma dezena de prêmios da instituição recebidos por Humberto ao longo dos anos. Além das conquistas do Congresso em Foco, o senador também acumula, por 16 anos consecutivos, o título de um dos “Cabeças do Congresso Nacional”, concedido pelo DIAP. A premiação leva em conta aspectos como atuação legislativa, participação institucional, capacidade de articulação e contribuição para debates de relevância nacional. É considerada uma das mais respeitadas do país por mapear, anualmente, os 100 parlamentares mais influentes e decisivos para a formulação de políticas públicas e a articulação de agendas estratégicas no Parlamento.

“É uma honra receber, mais uma vez, o reconhecimento pelo nosso trabalho. Esses prêmios não são apenas conquistas pessoais: são o reflexo de um mandato coletivo, construído com diálogo, trabalho técnico e compromisso com o povo pernambucano e brasileiro”, afirmou o senador.

Com a nova conquista, o senador Humberto se consolida como um dos parlamentares mais premiados e respeitados de sua geração, sendo referência em produtividade legislativa e articulação política no Congresso Nacional.

Foto: Ricardo Stuckert

ESTATAL - CORREIOS CAMINHAM PARA ENCERRAR O ANO COM PIOR RESULTADO DA HISTÓRIA


Em meio a um processo de reestruturação que já dura meses e com a perspectiva de obter injeção bilionária de recursos da União em 2027, os Correios viram seu prejuízo no primeiro semestre aumentar 30,4% na comparação com igual período do ano passado e somar R$ 5,5 bilhões.

Na proposta de lei orçamentária de 2027 que o governo encaminha hoje ao Congresso, a estatal contará com a garantia de aporte de R$ 6 bilhões no próximo ano, em um sinal de que a crise ainda está longe do fim.

A expectativa do próprio governo é que os Correios encerrem este ano com o pior resultado de sua história, superando a perda recorde de R$ 8,5 bilhões registrada em 2025. O governo alega que a estatal voltará ao lucro em 2027.

Perda menor no 2º tri

A estatal destaca que os resultados do segundo trimestre — quando teve prejuízo de R$ 2,4 bilhões, valor 5,5% inferior ao registrado em igual período de 2025 — já refletem os efeitos do plano de reestruturação, com redução das despesas com pessoal e melhoria do perfil do endividamento.

Analistas ponderam que o problema estrutural permanece. Ou seja, sim, as perdas foram menores, mas o avanço está longe da magnitude necessária para estancar a crise.

A empresa continua operando com margem bruta muito apertada, diz Daniel Pecanka de Andrade, especialista em finanças. Esse indicador mostra o percentual da receita de vendas que sobra após a dedução dos custos diretos de produção ou aquisição de produtos e serviços. No primeiro semestre, a margem foi de R$ 274,5 milhões em valor, considerando receita de R$ 7,9 bilhões menos o custo das entregas. É com essa diferença que a empresa precisa pagar despesas administrativas, comerciais e financeiras.

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—Apesar de o prejuízo ter caído no segundo trimestre, não dá para falar em avanço operacional — diz Pecanka.

Ele acrescenta que os ganhos no período são tímidos frente ao tamanho dos problemas: o custo com pessoal entre o período de janeiro a junho de 2025 e 2026 recuou 4,2%, o que representou economia de R$ 233,7 milhões.

A análise do especialista indica que a estatal apenas ganhou fôlego depois de ter recebido empréstimo de R$ 12 bilhões no ano passado com garantia do Tesouro Nacional. Mesmo esse fôlego se mostrou temporário. A direção da companhia negocia novo empréstimo de R$ 7 bilhões em condições iguais.

E a conta não termina aí. Para dar viabilidade à estatal no próximo ano, o governo incluiu em sua proposta orçamentária a nova injeção de R$ 6 bilhões. O montante não é à toa. Ele fez parte da negociação para a obtenção da linha de crédito do ano passado, que foi discutida com um grupo de bancos em dezembro.

Em nota conjunta, os ministros das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho; da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; e do Planejamento, Bruno Moretti, afirmaram, ontem, que o objetivo é dar estabilidade à empresa.

“Com isso, a estatal terá maior estabilidade para seguir negociando com seus clientes e fornecedores, em direção ao bom andamento do seu Plano de Reestruturação e recuperação dos resultados financeiros positivos da empresa”, afirma a nota.

No texto, os ministros dizem que, desde o início do plano de reestruturação, lançado em dezembro de 2025, a empresa tem tomado medidas para reduzir despesas, ampliar receita operacional e equacionar o fluxo de caixa.

Para Pecanka, o plano de reestruturação divulgado é genérico, cita apenas medidas como plano de desligamento voluntário (PDV), fechamento de unidades e venda de imóveis. Segundo ele, faltam detalhes, como receitas e despesas de todas as unidades de negócio: serviço postal, encomendas e mercado internacional.

Para o economista, professor e ex-secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, Fernando Soares, o plano de reestruturação em execução nos Correios é insuficiente para reerguer a empresa. Ele afirmou que a forte concorrência no setor de entrega de encomendas e a queda do serviço postal exigem corte drástico da despesa com pessoal.

Ele argumenta que, no futuro, recursos do Orçamento poderão ser usados para pagar despesas com pessoal e que, diante disso, o ideal seria transformar os Correios em estatal dependente para aumentar as amarras em relação às despesas.

Para reduzir o quadro de pessoal de forma proporcional à queda na atividade, Soares sugere que o governo abra discussão com o Judiciário para permitir demissões sob o argumento de deterioração da situação financeira da empresa.

— Essa questão precisa ser enfrentada, o Executivo tem que abraçar e recorrer ao Judiciário— diz Soares.

Na rodada de entrevistas da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, o presidente Lula afirmou, na quinta-feira, que não pretende vender os Correios. O ex-presidente Jair Bolsonaro tentou privatizar a companhia, mas a medida não avançou.

O balanço do semestre apontou queda nas receitas do segmento internacional de R$ 460,4 milhões e aumento nas despesas comerciais de janeiro a junho. De acordo com nota explicativa, no caso das unidades terceirizadas, o aumento de custos está relacionado ao maior volume de receitas comercializadas e ao reajuste tarifário aplicado no período.

Pecanka chama a atenção para a qualidade do serviço e pondera que o próprio balanço aponta aumento do gasto com indenizações, decorrentes da quantidade de objetos entregues fora do prazo, sobretudo no primeiro trimestre.

A nota interministerial destaca que o balanço do segundo trimestre mostra alongamento e barateamento da dívida, com a empresa tendo encerrado o período sem nenhum empréstimo vencendo no curto prazo, quitação de empréstimo mais oneroso e alongando a dívida de 18 para 180 meses.

A direção da estatal informou que, com o empréstimo de R$ 12 bilhões, quitou antecipadamente a dívida bancária de R$ 1,8 bilhão contratada em 2025. Outro ponto citado foi a regularização dos passivos vencidos, o que gerou uma economia de R$ 322 milhões.

A empresa afirma que a despesa com pessoal recuou 4%, mesmo com o reajuste salarial de 5,1%, reflexo do PDV, que já desligou 6.545 empregados, 2.767 deles apenas neste semestre.

‘Resultado desafiador’

Para dar continuidade ao plano, os Correios abriram novo PDV voltado exclusivamente ao fechamento de mil postos entre agências e unidades de tratamento de carga. A empresa busca avançar em parcerias com o setor público, como aluguel de balcões e com o setor privado.

“O resultado acumulado do semestre permanece desafiador e reforça a necessidade de continuidade e execução consistente das medidas de reestruturação. A prioridade dos Correios é a recuperação sustentável das receitas, o aumento da eficiência operacional, a revisão de despesas e contratos e a modernização do modelo de negócios, preservando a qualidade e a cobertura dos serviços prestados à população”, disse a empresa em nota.

ELEIÇÕES 2026 - AUGUSTO CURY CRESCE EM DUAS PESQUISAS E APARECE EM 3º LUGAR NA CORRIDA ELEITORAL


O escritor Augusto Cury (Avante) alcançou o terceiro lugar na disputa presidencial pelo primeiro turno nas pesquisas Atlas/Bloomberg e BTG/Nexus divulgadas na manhã desta segunda-feira, 31. O candidato do Avante chegou a atingir dois dígitos no levantamento BTG/Nexus, saltando de 2% a 11% das intenções de voto. No estudo Atlas/Bloomberg, ele atingiu 7,8%, após sair de 1,6% na pesquisa passada. Na semana passada, o Estadão registrou que vídeos do escritor inundaram as redes, com milhões de visualizações.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) seguem na liderança. O petista tem 43,4% dos votos contra 33,7% de Flávio no primeiro tempo, segundo a pesquisa Atlas. No levantamento BTG/Nexus, Lula marca 39% e Flávio 33%.

Os demais candidatos mantiveram posições semelhantes abaixo dos dois dígitos. Na Atlas, Renan Santos, do Missão, ocupa o quarto lugar com 7,6%, Ronaldo Caiado, do PSD, está em quinto, com 3,3% Outros candidato somaram menos de 2%.

Na BTG/Nexus, Caiado aparece em quarto, com 5%. Em seguida, com 3%, vem Renan Santos, e Romeu Zema (Novo) registrou 1%. Brancos e nulos somam 3% e não sabem ou não responderam 3%. Em outra projeção de 1º turno, o coach Pablo Marçal, que está inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, pontua 3%.

Os dados da Atlas foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto e da BTG/Nexus entre 28 e 30, registrando o movimento do eleitorado após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (dia 23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28). Não foram realizadas projeções com o escritor Augusto Cury para o segundo turno.


A pesquisa BTG/Nexus foi realizada por telefone e ouviu 2.005 pessoas com 16 anos ou mais, de 28 a 30 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08900/2026.

Já a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi feita entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, com base em uma amostra de 5.014 pessoas respondentes e margem de erro de 1% para mais ou para menos (e nível de confiança de 95%). Está registrada no TSE com o código BR-07972/2026.

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O método usado pela Atlas é o Random Digital Recruitment [RDR]. Segundo a instituição, os entrevistados são "recrutados organicamente durante a navegação de rotina na web em territórios geolocalizados em qualquer dispositivo (smartphones, tablets, laptops ou PCs)" e podem responder de forma anônima.

A AtlasIntel utiliza ainda um algoritmo interativo com base em conjunto de variáveis como sexo, faixa etária, nível educacional, renda, região e comportamento eleitoral anterior, buscando amostras que se assemelhem à população adulta brasileira.

'Boom nas redes'

Como mostrado pelo Estadão, vídeos em apoio à candidatura presidencial de Cury inundaram as redes sociais na semana passada e chegaram a acumular milhões de visualizações. O jornal localizou no Instagram dezenas de vídeos em apoio ao psiquiatra, publicados por influenciadores de diferentes portes. Muitos deles ultrapassaram 1 milhão de visualizações, e alguns superam a marca dos 10 milhões.

Cury registrou também um aumento expressivo tanto na busca por seu nome no Google quanto no engajamento em suas redes sociais. Seu perfil no Instagram saltou de cerca de 8,4 milhões para 10,7 milhões de seguidores em uma semana, representando um ganho de cerca de 2 milhões de novos perfis.

O marqueteiro Sérgio Lima, que cuida da campanha, afirma que o movimento é orgânico, sem pagamento ou contratação de influenciadores - a prática é proibida pela legislação eleitoral De acordo com ele, o único investimento da campanha até aqui foi R$ 50 mil em impulsionamento de publicações do próprio candidato no Facebook.

Ao mesmo tempo, o marqueteiro diz que a campanha está "surfando a onda". "Comunicação é presença. O que estamos fazendo é colocar ele ali agradecer, comentar [nas publicações dos influenciadores]. Principalmente com os menores, para que a gente possa incentivar os maiores", explicou Sérgio Lima.

Ele também nega a atuação ou ajuda de Pablo Marçal (PRTB) na estratégia digital, como tem sido ventilado por alguns perfis nas redes sociais e por campanhas adversárias nos bastidores.

Fonte - Estadão Conteúdo

ATLAS/BLOOMBERG - LULA TEM 47,1% E FLÁVIO BOLSONARO REGISTRA 42,6% NO SEGUNDO TURNO


A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) num provável segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) caiu 1,8 ponto porcentual, segundo a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada na manhã desta segunda-feira (31). Lula, que no levantamento do fim de julho tinha 49,2% das intenções de voto, agora registra 47,1%. Flávio Bolsonaro, por sua vez, ficou quase estável: de 42,9% passou a 42,6%. Com isso, a diferença entre ambos recuou de 6,3 pontos para 4,5, uma oscilação acima da margem de erro de um ponto porcentual para cima ou para baixo.

Na disputa do primeiro turno, o levantamento indica também uma oscilação negativa dos candidatos do PT e do PL e o crescimento de Augusto Cury (Avante) para a terceira posição. O petista tem 43,4% das intenções de voto, seguido de Flávio, com 33,7%, no primeiro turno. Depois, vêm Cury (7,8%); Renan Santos, do Missão (7,6%); Ronaldo Caiado, do PSD, (3,3%); e Romeu Zema, do Novo (1%).

Em relação à pesquisa anterior, referente ao mês de julho, Lula caiu 1,6 ponto porcentual, e Flávio perdeu 2,3 pontos porcentuais.

Cury, com 7,8%, cresceu 6,2 pontos porcentuais no 1º turno em relação ao último levantamento, quando aparecia com 1,6%. Até então, ele figurava sempre atrás de Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).

Nos últimos dias, o candidato teve um "boom" de seguidores em suas redes sociais.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, após o debate presidencial promovido por Band e Estadão, com parceria de TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan (23), as sabatinas promovidas pela TV Globo (25 a 30) e o início do horário gratuito eleitoral (28).

Intenção de voto no 1º turno, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

- 43,4% - Lula (PT)

- 33,7% - Flávio Bolsonaro (PL)

- 7,8% - Augusto Cury (Avante)

- 7,6% - Renan Santos (Missão)

- 3,3% - Ronaldo Caiado (PSD)

- 1,9% - Pablo Marçal (PRTB)

- 1,0% - Romeu Zema (Novo)

- 0,9% - Samara (UP)

- 0,1% - Rui Costa Pimenta (PCO)

- 0,1% - Wilson Grassi (Democrata)

- 0,1% - Branco/Nulo

- 0,2% - Não sei

Cenários de 2º turno conforme pesquisa Atlas/Bloomberg (31/8):

2º Turno: Lula x Flávio Bolsonaro

- 47,1% - Lula

- 42,6% - Flávio Bolsonaro

- 10,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Caiado

- 46,6% - Lula

- 41,0% - Caiado

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Zema

- 47% - Lula

- 40,7% - Zema

- 12,3% - Branco/Nulo/Não sei

2º Turno: Lula x Renan Santos

- 47,5% - Lula

- 26,0% - Renan Santos

- 26,6% - Branco/Nulo/Não sei

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg foi feita entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, com base numa amostra de 5.014 pessoas respondentes e margem de erro de 1% para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07972/2026.