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terça-feira, 6 de outubro de 2026

1º TURNO - TRUMP FAZ ACENO A FLÁVIO BOLSONARO QUE SAI NA FRENTE CONTRA LULA


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chega ao segundo turno em posição de força e com um aceno de Donald Trump, em 25 de outubro, contra o presidente Lula, que terá de lutar para tentar uma virada.

O candidato, de 45 anos, obteve 47,03% dos votos no primeiro turno, no domingo, contra 45,16% de Lula, a quem as pesquisas davam uma pequena vantagem até a véspera da votação.

A vantagem do filho do ex-presidente a Jair Bolsonaro (2019-2022) insere o Brasil em um fenômeno global de crescimento da direita, que venceu várias eleições na América Latina sob a influência de Trump.

Sem declarar diretamente seu apoio, o presidente dos Estados Unidos saudou nesta segunda-feira (5) a "grande vitória" do herdeiro de seu aliado, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. Trump, que impôs tarifas e sanções ao Brasil após a condenação de Jair Bolsonaro, declarou que a disputa no segundo turno será "muito acirrada". Flávio somou 56 milhões de votos, mais do que seu pai no primeiro turno de 2018, que venceu (49 milhões), e de 2022, que perdeu para Lula (51 milhões).

"Mudança"

A vitória de Flávio Bolsonaro ocorreu juntamente com um avanço do bolsonarismo no Senado, na Câmara dos Deputados e nos três estados com maior número de eleitores do país.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e outros dois filhos de Jair Bolsonaro conquistaram cadeiras no Congresso. A Bolsa de Valores de São Paulo atingiu nesta segunda-feira um recorde histórico, um claro sinal de apoio dos mercados. "Está decretado o fim da era do PT, a mudança no nosso país", afirmou um triunfante Flávio Bolsonaro no domingo, em Brasília.

Durante a campanha, Flávio prometeu combater o alto preço da carne e de outros produtos, além de adotar linha dura contra a insegurança desenfreada. Além disso, antecipou um ajuste fiscal para conter o aumento da dívida pública registrado durante o terceiro mandato de Lula.

Lula concentrou sua campanha na defesa da soberania diante da pressão de Donald Trump e em recordar o legado de seus três governos, com uma longa lista de programas sociais. Durante seu terceiro mandato, a inflação se manteve sob controle e o desemprego caiu, mas os brasileiros reclamam do custo de vida e estão cansados da criminalidade.

"Os brasileiros estão preocupados com coisas concretas como preços do supermercado, medo de serem assaltados e dívidas no cartão de crédito, e não em conceitos abstratos como soberania ou a importância de Lula na história", disse à AFP o analista político Thomas Traumann.

Votos brancos e abstenção

Lula, de 80 anos e em busca de um quarto mandato, admitiu que o resultado foi "inesperado"."Estamos na prorrogação. "Eu vou ter que fazer mais selfie, vou ter que conversar mais, e vou ter que arrumar tempo pra fazer mais", declarou nesta segunda em Brasília, após uma reunião com aliados.

"Lula ainda tem chances", disse à AFP a doutora em Ciência Política pelo IESP/UERJ e pesquisadora no INCT/SANI/CNPq, Carolina Botelho, apesar de os candidatos menores, que somaram quase 8%, serem todos de direita.

Segundo a analista da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, o esquerdista vai buscar quem votou em branco ou nulo e quem não compareceu às urnas. A abstenção girou em torno de 21%. Relembrou, no entanto, que desde o retorno da democracia quem sai em vantagem no primeiro turno de uma eleição presidencial no Brasil vence o segundo.

Apoios externos

Dentro de três semanas, Flávio Bolsonaro poderá acrescentar o Brasil à lista de países que viraram à direita nos últimos anos, como Chile, Peru e Colômbia. O presidente argentino, Javier Milei, parabenizou no X o senador por sua vantagem sobre o "comunista" Lula.

"Hoje meu coração está com o Brasil; que Deus tenha piedade do país irmão, como teve da Colômbia. A verdadeira mudança é derrotar a esquerda", escreveu o colombiano Abelardo de la Espriella. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, desejou a Flávio uma "grande vitória" no segundo turno.

OURICURI - JOVEM É ASSASSINADO A TIROS EM VIA PÚBLICA NO BAIRRO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA


Um homicídio a bala foi registrado na noite do último sábado 03/10, véspera das eleições do 1º turno, na Rua 13 de Maio, no Bairro Nossa Senhora de Fátima, zona urbana do município de Ouricuri-PE, tendo como vítima a pessoa de Fernando Almeida de Carvalho, de 26 anos.

Conforme informações, a vítima se encontrava em via pública, quando ao passar uma carreata, foi observado o corpo do mesmo no solo com ferimentos causados por arma de fogo, sendo que o autor ainda desconhecido efetuou os tiros e fugiu sem ser identificado tomando destino ignorado.
A polícia militar isolou o local do crime até a chegada do Instituto de Criminalística da polícia civil, a qual realizou a perícia preliminar e removeu o corpo ao IML de Petrolina. O caso foi registrado na DPC local e também será investigado pelo DPH, Departamento de Polícia de Homicídio da 24º DESEC de Araripina.

Esse foi o 1º homicídio do mês de outubro em Ouricuri e na Região do Araripe. Esse também foi o 14º homicídio do ano em Ouricuri, e com esse crime já são 63 pessoas assassinadas na Região do Araripe de janeiro até agora.


Fotos - Reprodução Internet  

ELEIÇÕES 2026 - ELEITOR QUE FALTOU NO 1º TURNO PODE VOTAR NO SEGUNDO


Mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas nesse domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país desde 1998, quando a Justiça Eleitoral registrou o percentual de 21,5%. Com um segundo turno confirmado para 25 de outubro, esse percentual pode mudar.

De acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular.

No entanto, os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.

O prazo vai até 3 de dezembro e a justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.

Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.

Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.

Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos. O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos.

Por Fabíola Sinimbú - Agência Brasil

BRASÍLIA - HUMBERTO PARTICIPA DE REUNIÃO COM LULA E REFORÇA CAMPANHA DO PRESIDENTE NO SEGUNDO TURNO


Reeleito para o terceiro mandato no Senado, Humberto Costa (PT) participou, nesta segunda-feira (5), de um encontro com o presidente Lula, em Brasília, para discutir as estratégias da disputa do segundo turno da eleição presidencial. A reunião foi convocada pelo próprio presidente e reuniu lideranças do campo progressista de todo o país com o objetivo de unificar forças e organizar a mobilização contra o retorno da extrema direita ao comando do Brasil.

Humberto, que foi reeleito no último domingo (4) com mais de 2,5 milhões de votos, se coloca como voz de Lula em Pernambuco para o segundo turno, e já está engajado na campanha pela reeleição do presidente no estado.

Para o senador, o que está em jogo no segundo turno vai muito além de uma disputa entre candidatos. Ele avalia que uma eventual volta da extrema direita colocaria em risco os direitos fundamentais conquistados pelo povo brasileiro e as políticas públicas que mudaram a vida de milhões de famílias. Ele também alerta para as ameaças à democracia e às instituições, que marcaram o período em que a família Bolsonaro governou o país.

"Como disse o presidente Lula, não há nenhuma razão para a gente perder este segundo turno. Não podemos deixar o Brasil andar para trás. O que Lula reconstruiu nesses quatro anos foi feito com muito esforço, devolvendo comida no prato, emprego, moradia e dignidade ao povo. Manter Lula na Presidência é a única forma de impedir que a extrema direita volte para destruir tudo isso. O time está pronto para a luta", afirmou Humberto.

Nos próximos dias, o senador intensificará a agenda de mobilização em Pernambuco, ao lado de lideranças locais e da militância, para ampliar a vantagem de Lula no estado no segundo turno. O presidente venceu as eleições em Pernambuco, no primeiro turno, com mais de 63% dos votos válidos.

ARARIPINA - NESTE SÁBADO 10/10 TEM FESTA NO RESTAURANTE MARIA DE LÓ COM FORROZÃO DAS ANTIGAS DE ANANERY CIDRÃO


segunda-feira, 5 de outubro de 2026

JOÃO CAMPOS RECONHECEU VITÓRIA DE RAQUEL LYRA NA DISPUTA PELO GOVERNO - "ELEIÇÃO SE GANHA E SE PERDE"


O candidato ao governo estadual e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), foi matematicamente derrotado pela governadora Raquel Lyra (PSD) neste domingo (4). O socialista reúne 44,82% dos votos no estado, enquanto a adversária soma 53,27% e sai vitoriosa. Em uma eleição acirrada, João começou a campanha como favorito, contou com o apoio de Lula e chegou a empatar com Raquel em pesquisas recentes.

Em seu primeiro discurso após o resultado das apurações, Campos avaliou positivamente a campanha e agradeceu aos eleitores.

“A maior votação dos últimos 28 anos em primeiro turno de uma candidatura de oposição, onde a gente teve a confiança de muita gente. Muita gente que caminhou junto conosco, que caminhou de ponta a ponta de Pernambuco. Eu quero aqui agradecer a cada um e cada um desses pernambucanos e pernambucanas que puderam caminhar ao nosso lado. Fizemos uma campanha limpa, propositiva, conversando, apontando pro futuro. Ninguém apresentou mais propostas do que o nosso conjunto”, comemorou.

João também parabenizou os aliados eleitos para o Senado pelo estado, Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT); e o irmão Pedro Campos (PSB), deputado federal mais votado do estado. Todos estavam ao lado do candidato. Campos ainda revelou que ligou para Raquel para parabenizar a pessedista.

“Eu tive a oportunidade de telefonar para a governadora Raquel Lyra, saudar pelo resultado da eleição, desejar sorte na sua caminhada e sucesso nessa próxima caminhada à frente de Pernambuco. E eleição se ganha e se perde. O importante é nunca perder a coerência, a crença”, declarou.

Favorito

Uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada em agosto de 2025, mostrou que João Campos tinha 55% das intenções de voto para o governo estadual, ao passo que a atual governadora possuía 24%. À época, a pesquisa apontou que 54% dos eleitores do estado eram contra a reeleição da pessedista.

Na visita do presidente Lula (PT) ao Recife, em 25 de setembro, Campos esteve ao lado do petista e recebeu seu apoio em um ato que percorreu o Recife Antigo, no Centro da capital, e reuniu 80 mil pessoas.

Nas últimas pesquisas antes da eleição, João chegou a aparecer empatado, numericamente, com Raquel, com 42%. O dado é da pesquisa Quaest divulgada no dia 29 de setembro.

Futuro

Com a derrota e após deixar o cargo de prefeito para concorrer ao pleito deste ano, João fica sem mandato. No entanto, o resultado nas urnas está longe de ser ignorado e levanta dúvidas sobre seus próximos passos.

“Fico muito feliz com o resultado que a gente conseguiu construir em Pernambuco, surpreendendo muitas expectativas, inclusive, de ter tido a maior votação nos últimos 28 anos de uma candidatura de oposição em primeiro turno. E uma coisa eu quero dizer e reafirmar a vocês: a gente tá no meio de uma caminhada. A semente foi plantada e, de minha parte, nem desistirei do Brasil, nem de Pernambuco”, concluiu.

Biografia

Filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que governou o estado de 2007 a 2014, e bisneto de Miguel Arraes, João Campos teve como primeiro mandato político o cargo de deputado federal, para o qual foi eleito, em 2018, com a maior votação do estado. Em 2020, foi eleito prefeito da capital pernambucana e, em 2022, reeleito. No ano passado, João Campos assumiu a presidência nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Por Emerson Saboia e Maysa Sena - Folha de Pernambuco

ARARIPINA - SÁBADO 10/10 TEM BINGO FEST NA LANCHONETE BOM SABOR NA SERRA DO CAVACO E SHOW COM RONNY DO ARROCHA


ELEIÇÕES 2026 - PEDRO CAMPOS (PSB) É O DEPUTADO FEDERAL MAIS VOTADO EM PERNAMBUCO


Pedro Campos (PSB) é o deputado federal mais votado de Pernambuco nas eleições de 2026. Com 99,94% das urnas apuradas, o candidato tem 261,208 votos.

Os números são da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgados na noite deste domingo (4). O ex-prefeito do Recife e Presidente Nacional do PSB, João Campos, também confirmou a eleição do irmão em coletiva de imprensa.

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Deputados eleitos

O candidato do PSOL, Jones Manoel vem em seguida, com 249.008 votos. O ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, conquistou o terceiro lugar, com 185, 416.

VEJA QUEM SÃO OS DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS EM PERNAMBUCO - ESQUERDA AVANÇA E HÁ TRÊS NOVOS PARTIDOS


O resultado das Eleições 2026 produz uma bancada pernambucana na Câmara Federal mais fragmentada do que a atual. Podemos, Novo e PSOL passam a ter deputados federais, enquanto PCdoB, PSDB e PRD deixam de ocupar cadeiras.

O PSB, que tinha cinco deputados, continua como maior bancada, mas perde uma cadeira. Ao todo, 13 partidos terão representantes eleitos pela população pernambucana.

Pedro Campos (PSB) foi o deputado federal mais votado de Pernambuco, com 260.982 votos, o equivalente a 4,97% dos votos válidos.

Jones Manoel (PSOL) ficou em segundo lugar, com 248.865 votos. Em seguida aparecem Anderson Ferreira (PL), com 185.202, Juliana de Chaparral (União Brasil), com 183.029, e Marcelo Gouveia (Podemos), com 182.822.

Completam os dez mais votados Silvio Costa Filho (Republicanos), com 168.730 votos, Gilson Machado (Podemos), com 156.578, Felipe Carreras (PSB), com 147.232, Lula da Fonte (PP), com 146.413, e Rosa Amorim (PT), com 143.942.

Na outra ponta da lista dos eleitos está Ricardo Teobaldo (Podemos), que recebeu 59.950 votos, equivalentes a 1,14% dos votos válidos.

Os eleitos, partido a partidoPartido Socialista Brasileiro (PSB): quatro deputados, contra cinco na bancada atual.

Foram eleitos Eliane Soares, Felipe Carreras, Gabriel Porto e Pedro Campos.Partido dos Trabalhadores (PT): três deputados, contra um na bancada atual.

Foram eleitos Carlos Veras, Liana Cirne e Rosa Amorim.Podemos (Pode): três deputados, contra nenhum na bancada atual.

Foram eleitos Gilson Machado, Marcelo Gouveia e Ricardo Teobaldo.Partido Social Democrático (PSD): dois deputados, contra três na bancada atual.

Foram eleitos Fernando Monteiro e Guilherme Uchoa Junior.Partido Liberal (PL): dois deputados, contra três na bancada atual.

Foram eleitos Anderson Ferreira e Thiago Medina.
Progressistas (PP): dois deputados, contra três na bancada atual.

Foram eleitos Clarissa Tércio e Lula da Fonte.União Brasil: dois deputados, contra um na bancada atual.

Foram eleitos Fernando Filho e Juliana de Chaparral.Republicanos: dois deputados, o mesmo número da bancada atual.

Foram eleitos Augusto Coutinho e Silvio Costa Filho.Movimento Democrático Brasileiro (MDB): um deputado, contra dois na bancada atual.

Foi eleita Iza Arruda.Partido Verde (PV): um deputado, o mesmo número da bancada atual.

Foi eleito Clodoaldo Magalhães.Avante: um deputado, o mesmo número da bancada atual.

Foi eleito Waldemar Oliveira.
Partido Novo: um deputado, contra nenhum na bancada atual.

Foi eleito Eduardo Moura.Partido Socialismo e Liberdade (PSOL): um deputado, contra nenhum na bancada atual.

Foi eleito Jones Manoel.

Quem ganhou e quem perdeu cadeiras

O PSB, que tinha cinco deputados, passou para quatro e continua como a maior bancada individual de Pernambuco na Câmara.

O PT teve o maior crescimento entre os partidos que já tinham representação. A legenda passou de um para três deputados, incorporando duas novas cadeiras.

O Podemos protagonizou a maior mudança proporcional. Sem deputado na bancada pernambucana atual, a legenda elegeu três representantes.

Também cresceram o União Brasil, de um para dois deputados, o Novo, que saiu de nenhuma cadeira para uma, e o PSOL, que também conquistou sua primeira vaga.

Entre os partidos que encolheram, o PSD caiu de três para dois deputados, o PL de três para dois e o MDB de dois para um. O PP passou de três para dois.

Republicanos, PV e Avante mantiveram o mesmo número de cadeiras.

O PCdoB, que tinha um deputado federal, perde sua representação. O PSDB e o PRD, que tinham uma cadeira cada, também ficam sem representantes.

O novo desenho da bancada fica assim:

PSB: 5 para 4, menos 1
PT: 1 para 3, mais 2
Podemos: 0 para 3, mais 3
PSD: 3 para 2, menos 1
PL: 3 para 2, menos 1
PP: 3 para 2, menos 1
União Brasil: 1 para 2, mais 1
Republicanos: 2 para 2
MDB: 2 para 1, menos 1
PV: 1 para 1
Avante: 1 para 1
Novo: 0 para 1, mais 1
PSOL: 0 para 1, mais 1
PCdoB: 1 para 0, menos 1
PSDB: 1 para 0, menos 1
PRD: 1 para 0, menos 1

A comparação considera a bancada pernambucana na Câmara dos Deputados após a janela partidária encerrada em 3 de abril de 2026. O período permitiu que parlamentares trocassem de legenda sem perda do mandato e alterou a composição partidária da representação pernambucana.

Bancada terá mais mulheres

A nova bancada terá seis mulheres entre os 25 deputados eleitos, o equivalente a 24% das cadeiras. São elas Eliane Soares, Iza Arruda, Juliana de Chaparral, Clarissa Tércio, Rosa Amorim e Liana Cirne.

A bancada atual tem três mulheres, Maria Arraes, Iza Arruda e Clarissa Tércio. Assim, Pernambuco terá o dobro de mulheres na representação federal a partir de 2027.

Entre as ocupações declaradas pelos eleitos à Justiça Eleitoral, empresário aparece como uma das mais recorrentes. A classificação considera a ocupação informada pelos próprios candidatos no registro eleitoral.

Dos 25 eleitos, 13 já são deputados federais e foram reeleitos. São eles: Augusto Coutinho, Carlos Veras, Clarissa Tércio, Clodoaldo Magalhães, Felipe Carreras, Fernando Filho, Fernando Monteiro, Guilherme Uchoa Junior, Iza Arruda, Lula da Fonte, Pedro Campos, Silvio Costa Filho e Waldemar Oliveira.

Os outros 12 chegam à Câmara na próxima legislatura.

Quem são os novatos

A nova bancada terá nomes de trajetórias bastante diferentes.

Chegam pela primeira vez à Câmara Rosa Amorim (PT), Liana Cirne (PT), Jones Manoel (PSOL), Gilson Machado (Podemos), Eduardo Moura (Novo), Marcelo Gouveia (Podemos), Ricardo Teobaldo (Podemos), Eliane Soares (PSB), Gabriel Porto (PSB), Juliana de Chaparral (União Brasil), Anderson Ferreira (PL) e Thiago Medina (PL).

Quem tem mais mandatos

Fernando Filho (União Brasil) e Augusto Coutinho (Republicanos) chegam à próxima legislatura com seis mandatos na Câmara dos Deputados, formando o grupo de parlamentares com maior experiência entre os eleitos.

Fernando Filho foi eleito pela primeira vez em 2006 e retorna agora para o sexto mandato consecutivo. Augusto Coutinho também foi eleito pela primeira vez em 2006 e alcançará seis mandatos.

Na sequência aparecem Fernando Monteiro (PSD), Felipe Carreras (PSB) e Silvio Costa Filho (Republicanos), que iniciam o quarto mandato na Câmara.

Quem deixa a bancada

Doze deputados que compõem a bancada atual não estarão na Câmara a partir de 2027.

São eles André Ferreira (PL), Coronel Meira (PL), Eduardo da Fonte (PP), Eriberto Medeiros (PSB), Fernando Rodolfo (PRD), Lucas Ramos (PSB), Luciano Bivar (MDB), Maria Arraes (PSB), Mendonça Filho (PL), Pastor Eurico (PSDB), Renildo Calheiros (PCdoB) e Túlio Gadêlha (PSD).

Alguns deixaram a disputa pela Câmara para concorrer a outros cargos. Eduardo da Fonte, Túlio Gadêlha e Mendonça Filho, por exemplo, concorreram ao Senado e não se elegeram. Já Maria Arraes decidiu disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e foi eleita.

Outros tentaram a reeleição, mas não conseguiram uma das 25 cadeiras. É o caso de André Ferreira, Coronel Meira, Eriberto Medeiros, Lucas Ramos, Pastor Eurico, Renildo Calheiros e Fernando Rodolfo.

A Missionária Michele Collins e Ossesio Silva, que aparecem entre os candidatos derrotados, não entram nessa relação porque não integravam a bancada federal em exercício no momento da comparação.

A nova configuração

O resultado das urnas modifica significativamente o perfil da representação de Pernambuco. A esquerda amplia sua presença com o crescimento do PT e a entrada do PSOL, enquanto o Podemos surge como uma das principais forças da nova bancada.

Ao mesmo tempo, partidos tradicionais na representação federal do Estado, como PL, PSD, MDB e PP, perdem cadeiras.

O PSB permanece como maior bancada individual, mas deixa de ocupar cinco das 25 cadeiras. A principal novidade é a maior pulverização partidária, com 13 legendas representadas.

A Câmara dos Deputados tem 513 parlamentares, e a bancada pernambucana representa 25 cadeiras desse total. Os deputados federais eleitos tomam posse em fevereiro de 2027.

Por Nildo Vilanova - Diário de Pernambuco

VEJA QUEM SÃO OS 49 DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS EM PERNAMBUCO - DANI PORTELA É A MAIS VOTADA


Com 100% das urnas apuradas, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado apresentou os 49 escolhidos pelos pernambucanos para o cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa (Alepe) a partir de fevereiro de 2027. A deputada estadual Dani Portela, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi a mais votada para a Casa, com 146.123 votos (2,78% dos votos válidos).

O Progressistas (PP), que tem a maior bancada na composição atual (atualmente com dez), passa a ter sete deputados. O PSB cresce duas cadeiras, enquanto o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Avante passam a ter representante na Casa.

A nova Alepe contará com nove mulheres entre os 49 eleitos, duas a mais que na atual legislatura. Dos 49, 31 já exercem mandato na Casa e 18 são novos, uma renovação de 37%.

Entre os atuais deputados estaduais que não permanecem na casa para mais um mandato estão Doriel Barros (PT), Romero Albuquerque (PP), Edson Vieira e Mário Ricardo (Podemos) e Júnior Matuto (Republicanos).

Os eleitos por partido:

Partido Socialista Brasileiro (PSB): nove deputados eleitos, contra sete na composição atual.

Foram eleitos: Batista Cabral, Bruno Marques, Cayo Albino, Eriberto Filho, Francismar, Maria Arraes, Rodrigo Farias, Romerinho Jatobá e Sileno.

Partido Social Democrático (PSD): manterá o número de deputados, com nove deputados.

Foram eleitos: Aglailson Victor, Andréa Medeiros, Antonio Moraes, Débora Almeida, Fábio Aragão, Janjão, Jarbas Filho, Joãozinho Tenório e Zé de Irmã Teca.

Progressistas (PP): sete deputados eleitos, contra 10 da bancada atual.

Foram eleitos: Adalto Santos, Dannilo Godoy, France Hacker, Gleide Ângelo, Kaio Maniçoba, Pastor Júnior Tércio e Roberta Arraes.

Podemos: seis deputados eleitos, contra sete do mandato atual.

Foram eleitos: Fabrizio Ferraz, Gilson Machado Filho, Gustavo Gouveia, Jeferson Timóteo, Luciano Duque e Wanderson Florencio.

Partido dos Trabalhadores (PT): cinco deputados eleitos, como na composição atual.

Foram eleitos: Breno Araújo, Dani Portela, João Paulo Costa, João Paulo do PT e Professora Ivete Caetano.

Partido Verde (PV): três deputados eleitos, mesmo número da bancada atual.

Foram eleitos: Joaquim Lira, João de Nadegi e Lara Santana.

Partido Liberal (PL): três deputados, mesmo número da composição atual.

Foram eleitos: Abimael Santos, André Ferreira e Coronel Feitosa.

Movimento Democrático Brasileiro (MDB): dois deputados, como na composição atual.

Foram eleitos: Álvaro Porto (presidente da Casa) e Emerson Freitas.

União Brasil: manterá o mesmo número atual, com um deputado: Antonio Coelho.

Partido Comunista do Brasil (PCdoB): foi eleito um deputado; atualmente não tem representante na Casa. O eleito foi Vini Castello.

Republicanos: um deputado, como na composição atual: Jobson Almeida.

Avante: elegeu um deputado; na atual composição, não possui representante. Elegeu Sebastião Oliveira.

Partido Novo: um deputado, como na composição atual: Renato Antunes (que passou ao partido na janela partidária e é seu único representante na Casa).

Os mais votados

Dani Portela (PT) foi a mais votada, com 146.123 votos, 2,78% dos votos válidos. Ela deixou o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e se filiou ao PT na janela partidária deste ano, período em que parlamentares podem trocar de legenda sem perder o mandato.

Em seguida, aparecem Gilson Machado Filho (Podemos), com 132.322 votos (2,52%), André Ferreira (PL), com 118.868 (2,26%), Lara Santana (PV), com 104.652 (1,99%), e Gustavo Gouveia (Podemos), com 88.742 (1,69%).

O deputado eleito com menos votos foi Renato Antunes (Novo), com 32.200 (0,61%). O presidente da Alepe, Álvaro Porto (MDB), conseguiu a reeleição, com 53.473 votos (1,02%).

Quem sobe e quem desce de cargo

A deputada federal Maria Arraes (PSB) faz o caminho inverso ao de Rosa Amorim (PT): deixa a Câmara dos Deputados, em Brasília, e foi eleita para a Alepe. Rosa Amorim, deputada estadual desde 2023, foi eleita deputada federal e deixa a Assembleia ao assumir na Câmara, em fevereiro de 2027.

Quem ganhou e quem perdeu cadeiras

O PP, que conta com 10 deputados na composição atual, perderá o posto de maior bancada da Casa. Passará a ter sete em 2027. O Podemos também perde uma cadeira, de sete para seis.

O PSB teve o maior avanço, de sete para nove, e empata com o PSD na liderança.

O PCdoB e o Avante, que não tinham deputado estadual na composição atual, passam a ter um cada.

PSD, PT, PV, PL, MDB, União Brasil, Republicanos e Novo mantêm o número de cadeiras.

Balanço por partido, da composição atual para a nova*:

PSB: 7 para 9

PSD: 9 para 9

PP: 10 para 7

Podemos: 7 para 6

PT: 5 para 5

PV: 3 para 3

PL: 3 para 3

MDB: 2 para 2

União Brasil: 1 para 1

PCdoB: 0 para 1

Republicanos: 1 para 1

Avante: 0 para 1

Novo: 1 para 1

* A comparação considera a composição da Alepe após a janela partidária encerrada em 3 de abril de 2026 e o resultado apurado pelo TSE. Foram 28 trocas entre os 49 deputados e, por isso, a bancada de vários partidos hoje difere da que saiu das urnas em 2022.

Por Nailton Vilanova - Diário de Pernambuco

RAQUEL MENCIONA GRATIDÃO A LULA EM DISCURSO DA VITÓRIA - "NOS AJUDOU A CHEGAR ATÉ AQUI"


Reeleita governadora de Pernambuco neste domingo (4), Raquel Lyra (PSD) celebrou a vitória ainda no primeiro turno com um discurso marcado por agradecimentos e pela defesa do “pernambuquismo”, bandeira adotada durante a campanha. A governadora afirmou que seguirá colocando o Estado “em primeiro lugar” e agradeceu ao presidente Lula (PT) pela parceria com o Governo Federal durante o primeiro mandato.

“Vou manter minha coerência de honrar Pernambuco, mas não posso deixar de demonstrar minha gratidão ao presidente Lula, que nos ajudou a chegar até aqui”, afirmou a governadora após a confirmação da vitória ainda no primeiro turno.

Durante a campanha, Raquel evitou declarar apoio a um candidato à Presidência e adotou o “pernambuquismo” como uma das principais bandeiras de seu discurso político. Após a reeleição, voltou a defender essa posição, mas destacou a relação construída com o governo Lula e a participação da União em investimentos e obras no Estado.

Ao comentar a trajetória até a reeleição, Raquel também relembrou as dúvidas que, segundo ela, cercaram sua chegada e permanência no Palácio do Campo das Princesas.

“Não acreditavam que era possível uma mulher poder chegar ao governo, e nós chegamos. Não acreditavam que a gente pudesse manter o governo, e nós estamos de pé. Diziam que a gente não ia conseguir a reeleição”, afirmou.

A governadora disse ainda que pretende manter no segundo mandato a estratégia adotada nos últimos quatro anos, com a continuidade de obras e investimentos em parceria com o Governo Federal.

“A gente seguiu em frente. Se eu estivesse olhando para o retrovisor, nós não estaríamos aqui”, declarou

MARCA INÉDITA - HUMBERTO COSTA FAZ HISTÓRIA E É O PRIMEIRO SENADOR REELEITO PARA O TERCEIRO MANDATO CONSECUTIVO EM PERNAMBUCO


O senador Humberto Costa (PT) foi reeleito neste domingo (4) e se tornou o primeiro senador da história de Pernambuco a conquistar um terceiro mandato consecutivo. Com 99,77% das urnas apuradas, ele somava 2.524.450 votos e garantiu uma das vagas do estado no Senado Federal até 2035.

Eleito pela primeira vez em 2010 e reconduzido ao cargo em 2018, ele agora completa uma sequência que nenhum outro político do estado havia alcançado no Senado.

Humberto também supera a votação obtida em 2018, quando foi reeleito com 1.713.565 votos. Desta vez, o senador ampliou o apoio dos pernambucanos e conquistou mais de 810 mil votos a mais que na eleição anterior.

"Quero agradecer de coração a cada pernambucano e a cada pernambucana que me confiou o voto mais uma vez. Essa vitória é o reconhecimento de um trabalho consistente que fizemos nos dois primeiros mandatos, e que chegou a todos os municípios do estado, do Sertão ao Litoral, sem exceção", afirmou Humberto.

"Ninguém faz história sozinho. Esse terceiro mandato pertence ao povo de Pernambuco, e vou honrar essa confiança trabalhando ainda mais", completou o senador.

Ao longo dos dois mandatos, Humberto destinou recursos para áreas como saúde, educação, infraestrutura e assistência social em municípios do Sertão, do Agreste, da Zona da Mata, da Região Metropolitana e para a própria Capital. Sua atuação no Senado também é marcada pela defesa do SUS e de políticas públicas voltadas à população mais vulnerável.

Com o novo mandato, o senador segue como um dos principais aliados do presidente Lula (PT), que disputará o segundo turno da eleição presidencial. Humberto será a voz do presidente em Pernambuco e já está engajado na campanha pela reeleição de Lula.

"Pernambuco sabe o que Lula representa. Foi com ele que o nosso estado recebeu investimentos que mudaram a vida do nosso povo, e eu tenho orgulho de estar ao lado do presidente defendendo esse projeto aqui na nossa terra", declarou.

Quem é Humberto Costa

Humberto Costa é médico, jornalista e possui pós-graduação em Medicina Geral Comunitária, Clínica Médica, Psiquiatria e Ciência Política. É um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, a maior legenda de esquerda da América Latina.

Antes de chegar ao Senado, foi vereador do Recife, deputado estadual e deputado federal. Também atuou como secretário municipal de Saúde do Recife e secretário de Estado das Cidades de Pernambuco.

Como ministro da Saúde, no primeiro governo Lula, foi o responsável pela criação de programa como o SAMU, o Brasil Sorridente e o Farmácia Popular, que transformaram o acesso da população brasileira ao atendimento de urgência, aos medicamentos e à saúde bucal.

Em 2010, tornou-se o primeiro senador eleito pelo PT em Pernambuco. Desde que assumiu o mandato, em 2011, aparece de forma consistente entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

Foi apontado como um dos três senadores mais competentes do país pelo Atlas Político e pela Fundação Lemann. Também foi reconhecido como um dos melhores senadores do Brasil pelo prêmio Congresso em Foco por diversas vezes.

ELEIÇÕES 2026 - FAMÍLIA BOLSONARO SE IMPÕE NO 1º TURNO E CONQUISTA QUATRO CADEIRAS NO CONGRESSO


O clã Bolsonaro celebrou a vitória em todas as disputas que travaram neste domingo (4), quando Flávio superou Lula no primeiro turno das eleições presidenciais e outros membros da família conquistaram cadeiras no Congresso.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador de 45 anos e filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, obteve 47,06% dos votos, contra 45,12% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a purificação praticamente concluída.

Eles se enfrentarão no segundo turno em 25 de outubro. Flávio foi indicado candidato por seu pai, que cumpre pena de mais de 27 anos em prisão domiciliar por tentar um golpe de Estado após perder as eleições de 2022.

A esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, de 44 anos, foi a senadora mais votada do Distrito Federal, em Brasília. Um de seus irmãos será seu suplente. Segundo observadores, a ex-primeira-dama projeta-se como opção para as eleições presidenciais de 2030.

Carlos Bolsonaro, 43, segundo filho do ex-presidente, foi o segundo mais votado para o Senado em Santa Catarina. Assim, garantiu uma das duas cadeiras em disputa pelo estado.

O caçula dos homens de Bolsonaro, Jair Renan, 28, foi eleito deputado federal também por Santa Catarina. Eduardo, o terceiro filho, 42, não concorreu após ter se autoexilado nos Estados Unidos em 2025, quando era deputado.

Por fim, um irmão do próprio Jair, Renato Bolsonaro, de 62 anos, conquistou uma cadeira de deputado federal por São Paulo. A família poderia ter, ao todo, a presidência, dois senadores e dois deputados, com um Congresso que pode votar uma anistia para Jair Bolsonaro, uma promessa de campanha de Flávio.


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