ARARIPINA

ARARIPINA

sábado, 8 de agosto de 2026

ECA DIGITAL - AGÊNCIA NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS INVESTIGA PLATAFORMA DISCORD


A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) instaurou, nesta sexta-feira (7), processo de fiscalização contra a plataforma Discord para apurar indícios de falha na proteção a crianças e adolescentes.

Conforme despacho que instaurou o procedimento, a investigação é motivada pelas notícias de um caso de automutilação e suicídio de uma adolescente de 13 anos, em 22 de julho. O episódio foi transmitido ao vivo pela plataforma.

O processo vai analisar se o Discord descumpriu deveres previsto no Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), em especial se a plataforma falhou em adotar medidas para prevenir e mitigar o risco de exposição de menores a conteúdos sobre automutilação e suicídio.

Outros pontos de atenção são a falta de mecanismos para verificação de idade e falha na remoção de conteúdos irregulares e comunicação às autoridades, obrigações previstas no ECA Digital.

“O Discord terá cinco dias úteis para apresentar informações sobre mecanismos existentes para prevenir e combater violações graves contra crianças e adolescentes”, informou a ANPD, em nota. A agência alertou que legislação prevê multa de até R$ 50 milhões pelas violações investigadas.

Também na sexta-feira (7), integrantes da Advocacia-Geral da União (AGU) se reuniram com representantes da Discord para tratar de falhas intensificadas na verificação de idade e proteção de crianças e adolescentes que utilizam a plataforma.

Mais cedo, o advogado-geral da União, Jorge Messias, disse que o órgão deverá mover uma ação pedindo a retirada da plataforma do ar.

O caso do suicídio induzido da jovem de 13 anos é investigado no âmbito da Operação Lívia, conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e realizada com o apoio técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP).

AGOSTO TERÁ DOIS ECLIPSES - SAIBA COMO ASSISTIR AOS FENÔMENOS


O mês de agosto traz dois fenômenos astronômicos que podem ser vistos a olho nu de diversas partes do mundo. Um eclipse solar total no hemisfério norte, e um eclipse lunar quase completo para alguns países das Américas, Europa e África, entre eles, o Brasil.

O eclipse lunar está previsto para a madrugada do dia 28 de agosto, com início às 23h30 (horário de Brasília) do dia 27 e com auge previsto para 1h do dia 28. Será possível avistar o fenômeno de todos os estados do país, e a previsão é de que até 95% da lua fique avermelhada.

Josina Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional, explica que o plano de órbita da Lua em volta da Terra é inclinado a 5 graus, e o eclipse acontece quando esses dois corpos celestes se alinham diretamente com o Sol.

“Na Lua cheia você tem, nessa ordem, o Sol, a Terra e a Lua. E aí, o Sol batendo na Terra forma essa sombra no espaço, e quando a Lua entra nessa sombra, é que acontece o eclipse”, explicou.

Já o eclipse solar, previsto para o dia 12, poderá ser observado na sua totalidade por países como Espanha, Portugal, Rússia, Islândia e Groenlândia. E parcialmente em outras áreas do hemisfério norte, e também no norte do continente africano.

“Já aqui você tem Sol, Lua e Terra, e a sombra da Lua vai fazer um caminho pela Terra. Só quem está neste caminho é que vê o eclipse do Sol. Esse caminho é um caminho de 300 quilômetros de largura”, disse.

Como observar

Para assistir ao eclipse lunar que vai passar pelo Brasil não é preciso nenhum tipo de óculos ou técnica especial. Basta escolher um lugar aberto, com uma visão limpa para a lua e de preferência com pouca interferência de luz artificial.

Já para o eclipse solar, só é possível fazer a observação com óculos especiais certificados com a norma ISO 12312-2, ou máscaras com vidro de soldador número 14. Olhar diretamente sem proteção traz riscos sérios à visão e pode causar cegueira.

Eclipse solar

O eclipse solar total é resultado de uma coincidência cósmica, já que embora o Sol seja cerca de 400 vezes maior que a Lua, também está 400 vezes mais distante, o que faz com que o Sol e a Lua pareçam ter praticamente o mesmo tamanho.

Um eclipse solar acontece sempre na Lua Nova, bloqueando pelo menos parte da luz e criando a projeção de uma sombra. A pesquisadora do Observatório Nacional conta que, diferentemente do eclipse lunar, que fica visível para todos na metade da Terra onde é noite, o solar tem uma distância mais reduzida.

Fora do ponto que ele abrange, mesmo sendo total, ele se torna um eclipse anular, o que significa que a Lua não cobre o Sol por completo criando um anel de luz em volta.

Eclipse lunar

O eclipse lunar só acontece durante a Lua Cheia, e pode vir de três formas diferentes: total, parcial e penumbral. Quando a luz do Sol bate na Terra, cria dois tipos de sombras, a umbra (sombra mais escura) e a penumbra (uma sombra mais branda).

“Quando vai acontecer o eclipse da Lua, às vezes pode ser que ela entre só nessa penumbra. A gente não vê diferença alguma”, conta.

No eclipse total, a Lua passa pela penumbra, segue até passar completamente pela umbra, e então retorna para a penumbra.

“Esse eclipse agora do dia 27, ele é um eclipse parcial. A Lua não vai entrar totalmente na umbra, ela quase vai entrar. Vai funcionar como se fosse um eclipse total porque ela vai começar a ficar vermelha, e essa vermelhidão é o reflexo da luz do Sol batendo na atmosfera da Terra”, finalizou.

O Observatório Nacional vai transmitir ambos os eclipses de maneira gratuita através do seu canal no YouTube.

ITACURUBA - HUMBERTO SE REÚNE COM LIDERANÇAS INDÍGENAS E REAFIRMA COMPROMISSO COM POVOS ORIGINÁRIOS DE PERNAMBUCO


O senador Humberto Costa (PT) participou, neste sábado (8), de um encontro com lideranças indígenas na comunidade Pankará Serrote dos Campos, em Itacuruba, no Sertão de Itaparica, ao lado do deputado estadual João Paulo (PT). O ato reuniu representantes dos povos Pankará, Pankararu, Atikum e Tuxá, na véspera do Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado neste domingo (9).

Durante a atividade, o senador ouviu as demandas apresentadas pelas comunidadees e reafirmou o compromisso de manter os povos originários entre as prioridades de seu mandato.

“Em todos os meus mandatos, tenho estado ao lado das lutas e das bandeiras dos povos originários, e quero dar continuidade a esse trabalho, aprofundando essa relação. Vamos seguir trabalhando para melhorar, cada vez mais, a vida dessas comunidades tão populosas e importantes para o enriquecimento social e econômico do nosso estado”, afirmou o senador.
Ao longo de seus mandatos, Humberto Costa construiu um histórico de atuação junto aos povos indígenas de Pernambuco. O senador articulou o reconhecimento do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Saúde Indígena de Pernambuco (Sindicospe), atuou junto à Codevasf pela segurança hídrica das comunidades e destinou emenda parlamentar para a perfuração de poços artesianos no território Pankararu.

Também viabilizou cursos para mulheres indígenas e a capacitação de jovens indígenas no cultivo de plantas medicinais, com destaque para a cannabis medicinal. Atualmente, articula junto à Sudene financiamento para estruturar esse cultivo no território Pankará Serrote dos Campos, com foco na geração de emprego e renda para as comunidades.

Durante o encontro, Humberto Costa lembrou que o governo do presidente Lula é o que mais valorizou os povos indígenas na história do país, com a criação do Ministério dos Povos Indígenas, o primeiro do Brasil dedicado exclusivamente à pauta. “Uma das coisas que a gente precisa ter em mente o tempo inteiro é que as conquistas obtidas pelos povos originários nesse período dos governos do PT precisam ser mantidas”, afirmou o parlamentar.
Pernambuco tem a quarta maior população indígena do Brasil, com mais de 106 mil pessoas. São 20 terras indígenas no estado, que compreendem 205 mil hectares.

Fotos: Ilana Costa

ARARIPINA - HOMEM É ASSASSINADO A FACADAS NO ALTO DO URUBÚ E ASSASSINO É PRESO EM FLAGRANTE PELA POLÍCIA MILITAR


Nos primeiros minutos da madrugada de ontem, sexta-feira 07/08, após serem acionados pela central de operações para atender uma ocorrência de homicídio em um terreno baldio nas imediações da Rua Martins Vieira, Alto do Urubu, Imediações do Bairro Planalto, zona urbana de Araripina-PE, policiais militares da 9ª CIPM, integrantes do tático, malhas da lei, motopatrulhamento e GTI 9012 se dirigiram ao local, onde foi realizado o isolamento do corpo para posterior realização de perícia pelo IC. Por outro lado, o restante do efetivo recebeu informações de populares de que a vítima, identificada Theógens Barreto Modesto, de 45 anos, teria sido vista na companhia de C.G.F.A., antes do crime.

Diante das informações, o policiamento se dirigiu à residência do suspeito, o qual, ao perceber a presença das viaturas, ainda tentou se evadir, no entanto foi contido pelo efetivo, momento em que já começou a dizer que tinha feito uma besteira. Ao ser questionado sobre o ocorrido, ele relatou que soube que a vítima estava dizendo, em bocas de fumo, que iria matá-lo, inclusive teria mostrado sua foto para algumas pessoas. Ele disse também que nos primeiros minutos da madrugada da sexta-feira, encontrou a vítima na Rua Luiz Florentino de Araújo, e que a vítima o chamou para usar crack em um terreno baldio, e lá o mesmo desferiu golpes de faca na vítima.
Ainda segundo a polícia, após o crime, o assassino abandonou a moto da vítima no mato próximo ao local do homicídio e arremessou a faca em um esgoto, a qual não foi localizada pelo policiamento. Ao realizar a revista na casa do imputado, a chave da moto da vítima foi encontrada em cima da mesa, e ele levou o efetivo até o local onde ele abandonou a motocicleta Honda 150 Titan Mix EX, placa OHF – 5B96, que é o veículo da vítima e que também já teria sido encontrado por populares. Diante disso, o imputado e o veículo apreendido foram encaminhados à delegacia de Araripina para a adoção dos procedimentos legais.

O Instituto de Criminalística da polícia civil realizou a perícia preliminar e removeu o corpo ao IML de Petrolina. O caso foi registrado na DPC local e também será investigado pelo DPH, Departamento de Polícia de Homicídios da 24ª DESEC de Araripina. Esse foi o 1º homicídio do mês de agosto em Araripina, e o 2º também de agosto na Região do Araripe. Esse também foi o 17º homicídio do ano em Araripina, e com esse crime já são 42 pessoas assassinadas na Região do Araripe, de janeiro até agora.

Fonte – Polícia Militar de Pernambuco/ 9ª CIPM/ Araripina

Fotos – Reprodução Internet

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

ELEIÇÕES 2026 - TSE CRIA ÓRGÃO PARA MONITORAR USO DE IA E FAKE NEWS


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou, em portaria publicada nesta sexta-feira, 7, um órgão para acompanhar riscos associados ao uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas e a desinformação relacionada às eleições. O conselho será composto por especialistas de áreas consideradas estratégicas e vai assessorar o presidente da Corte, Kássio Nunes Marques.

De acordo com a portaria, o grupo deverá realizar estudos para fortalecer a integridade das informações sobre o processo eleitoral, além de acompanhar a desinformação relacionada ao pleito e o uso indevido de inteligência artificial.

O órgão também poderá apresentar recomendações para aprimorar as ações da Justiça Eleitoral e propor a cooperação com outros órgãos públicos, empresas, universidades e entidades da sociedade civil.

Leia também




Os membros, que não serão remunerados, ainda serão definidos por um ato de Nunes Marques. O grupo deverá se reunir pelo menos uma vez por mês, a partir de agosto, até 31 de dezembro de 2026.

As resoluções aprovadas pelo TSE para o pleito de outubro proíbe a publicação de conteúdos criados ou manipulados ou IA para difundir desinformação sobre o processo eleitoral. As normas permitem o uso de IA nas campanhas, mas exigem a rotulagem dos conteúdos.

Além disso, no período de 72h antes até 24h depois das eleições, será proibida a circulação de quaisquer conteúdos sintéticos novos produzidos ou alterados por IA modifiquem voz ou imagem de candidato ou de pessoa pública, ainda que rotulados.

ARARIPINA - JOÃO CAMPOS PROPÕE HOSPITAL GERAL DO ARARIPE PARA AMPLIAR ATENDIMENTO DE ALTA COMPLEXIDADE


O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) propôs, nesta sexta-feira (7), a construção do Hospital Geral do Araripe, uma unidade de alta complexidade externa para ampliar a oferta de serviços especializados no Sertão do Araripe. A proposta foi apresentada durante entrevista a uma rádio local, em Araripina, onde o candidato realizou agenda de campanha.

Segundo João Campos, a nova unidade teria como objetivo reduzir um dos principais vazios assistenciais do estado e evitar que os moradores da região precisassem se deslocar para municípios como Serra Talhada, Petrolina, além de cidades da Bahia e do Ceará, em busca de atendimento especializado.

“Esta região precisa de uma unidade de alta complexidade. Hoje essa demanda não é suficientemente atendida nem pelo Hospital Regional de Ouricuri, porque há uma série de especialidades que não existem lá. Se a gente olhar do ponto de vista técnico, um dos maiores vazios assistenciais de Pernambuco está no Araripe. Por isso, vamos construir o Hospital Geral do Araripe”, afirmou.

O candidato disse ainda que uma unidade seria implantada para complementar a estrutura já existente no Hospital Regional Fernando Bezerra, em Ouricuri, e reforçou o compromisso de ampliar a assistência aos pacientes oncológicos do Sertão do Araripe.

Durante a passagem pela região, João Campos também reafirmou propostas já apresentadas anteriormente, como a implantação da Adutora de Negreiros. Segundo ele, a obra receberá acompanhamento permanente, garantia de recursos e, caso necessário, revisão de projetos e contratos para acelerar a execução.

Leia Também




Na área de abastecimento, o candidato prometeu isentar o pagamento da conta de água às famílias que vivem em localidades determinadas ao sistema de rodízio. Ele também destacou propostas relacionadas à infraestrutura, como melhorias na malha rodoviária, retomada das obras da Transnordestina e implantação de novos equipamentos para as polícias Militar, Civil e Científica.

Ao lado do prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (PDT), e dos integrantes da chapa da Frente Popular de Pernambuco, Carlos Costa (Republicanos), candidato a vice-governador; Humberto Costa (PT), candidato ao Senado; e Marília Arraes (PDT), candidata ao Senado, João Campos afirmou que escolheu o Sertão do Araripe para iniciar sua pré-campanha como forma de demonstrar atenção ao interior do estado.

“Eu fiz questão de começar minha pré-campanha aqui no Araripe. Vocês vão ter um governador que vai estar perto das pessoas, perto dos problemas para buscar uma solução. A gente tem que acabar com essa ideia de que Pernambuco começa lá no Recife e acaba no Araripe. Aqui Pernambuco começa. Vocês vão ter um governador que vai cuidar do povo”, declarou.

"O SILÊNCIO PROTEGE O AGRESSOR, NUNCA VOCÊ" - DIZ MARIA DA PENHA SOBRE OS 20 ANOS DA LEI


“O silêncio protege o agressor, nunca protege você.” Vinte anos depois de emprestar seu nome à principal legislação brasileira de combate à violência doméstica, Maria da Penha Maia Fernandes afirma que o país conquistou avanços, mas ainda convive com falhas na proteção às vítimas. Em entrevista ao Diario de Pernambuco, no aniversário da Lei Maria da Penha, celebrado nesta sexta-feira (7), ela faz um balanço das duas décadas da norma e defende investimentos na rede de atendimento e acompanhamento dos agressores para romper o ciclo da violência.

Criada a partir da história de violência sofrida por Maria da Penha e sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei nº 11.340 transformou o enfrentamento à violência doméstica no Brasil. A legislação criou mecanismos de proteção às mulheres, como as medidas protetivas de urgência, fortaleceu a atuação das Delegacias da Mulher, instituiu os Juizados de Violência Doméstica e firmou uma rede de atendimento voltada à prevenção e ao combate desse tipo de crime.

A lei nasceu após anos de mobilização e depois que o Estado brasileiro foi responsabilizado internacionalmente pela demora em punir o agressor de Maria da Penha. Para ela, a principal transformação promovida pela legislação foi mudar a forma como o país enxerga a violência doméstica.

“Em 20 anos, a Lei Maria da Penha mudou algo essencial: tirou a violência doméstica da esfera do ‘problema privado’ e a colocou como uma questão de Estado, de segurança pública e de direitos humanos. Hoje existem medidas protetivas, delegacias especializadas, Juizados de Violência Doméstica, instrumentos que simplesmente não existiam antes de 2006. Isso salvou vidas.”

Apesar disso, ela ressalta que a existência da lei não garante, por si só, a proteção das mulheres. “Mas a lei no papel e a lei na prática ainda são coisas diferentes. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, ainda temos um número altíssimo de feminicídios e uma parcela enorme de medidas protetivas descumpridas sem consequência efetiva.”

Ela afirma que “faltam recursos, faltam equipes capacitadas em muitos municípios do interior, falta uma rede de apoio psicossocial e econômico para a mulher que denuncia, porque denunciar sem ter para onde ir é deixar a mulher ainda mais vulnerável. E falta, sobretudo, trabalhar com os agressores. Não adianta só punir e devolver esse homem à sociedade, sem qualquer tipo de responsabilização e acompanhamento.”

Mudança cultural ainda incompleta

Ao avaliar as duas décadas da legislação, Maria da Penha afirma que houve uma transformação importante na percepção da sociedade sobre a violência contra a mulher, mas considera que barreiras culturais continuam dificultando a proteção das vítimas.

“Vejo uma mudança real na consciência coletiva. A expressão ‘Lei Maria da Penha’ hoje é conhecida por praticamente todo brasileiro, isso por si só é uma vitória simbólica enorme. As instituições também avançaram: hoje se fala em protocolo, em rede de atendimento, em capacitação de policiais e magistrados.”

Na avaliação dela, entretanto, antigas formas de naturalização da violência continuam presentes devido à resistência cultural.

“A ideia de que ‘briga de marido e mulher não se mete a colher’ ainda está presente, mesmo que de forma mais velada. E as instituições, embora tenham avançado no papel, muitas vezes ainda falham na prática, na demora de um atendimento, na falta de sensibilidade de um agente público, na dependência econômica que faz a mulher voltar para dentro do ciclo de violência mesmo depois de denunciar”, complementa.

Somente em 2025, Pernambuco contabilizou 88 feminicídios, um aumento de 14% em relação aos 77 registrados no ano anterior. Foi o maior número desde que o crime passou a integrar oficialmente as estatísticas estaduais, em 2017.

O levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que Pernambuco foi o segundo estado do Nordeste com maior número de feminicídios em 2025, atrás apenas da Bahia. As 88 mortes representam, na prática, uma mulher assassinada por motivação de gênero a cada quatro dias. No Brasil, foram registrados 1.568 feminicídios no mesmo período, também um recorde.

Medidas existem, mas proteção ainda falha

Para a diretora do Instituto Maria da Penha, Anabel Pessôa, um dos principais desafios atualmente está na capacidade do Estado de garantir que ela seja cumprida.

Segundo ela, dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que, em Pernambuco, 11 das 88 mulheres vítimas de feminicídio em 2025 possuíam medida protetiva ativa quando foram mortas, evidenciando falhas na fiscalização dessas decisões judiciais.

Anabel aponta três problemas estruturais, sendo eles a falta de integração entre delegacias, Judiciário, assistência social e saúde; o monitoramento insuficiente das medidas protetivas; e a ausência de políticas permanentes voltadas aos homens autores de violência.

De acordo com ela, pesquisas realizadas durante seu doutorado, em uma Vara de Violência Doméstica de Pernambuco, identificaram índices menores de reincidência entre homens que participaram de grupos reflexivos estruturados, reforçando a necessidade de transformar essas iniciativas em política pública permanente.

Ela também destaca que dispositivos previstos desde 2006 continuam pouco conhecidos ou aplicados, como os programas de responsabilização e reeducação dos agressores, o acompanhamento do cumprimento do afastamento do agressor do lar e os direitos trabalhistas garantidos às mulheres em situação de violência, como a manutenção do vínculo empregatício quando precisam se afastar por segurança.

Veja também:




Outro desafio apontado pelo Instituto Maria da Penha é a desigualdade no acesso à rede de proteção. Segundo Anabel Pessôa, a situação é especialmente preocupante nos municípios do interior de Pernambuco, onde muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades para denunciar por falta de delegacias especializadas, atendimento 24 horas, transporte e equipamentos de assistência social.

Para ela, a Lei Maria da Penha não pode permanecer concentrada nos grandes centros urbanos e precisa ser acompanhada da expansão da rede de atendimento para as regiões mais afastadas.

“Você não está sozinha”

Ao encerrar a entrevista, Maria da Penha deixou uma mensagem às mulheres que vivem em situação de violência doméstica.

“Eu sei o que é o medo. Eu vivi esse medo. Mas quero dizer para cada mulher que está nessa situação: você não está sozinha, e existe uma rede, mesmo que imperfeita, mesmo que ainda precise melhorar muito, pensada para te proteger. Ligue 180. Procure uma delegacia da mulher, um Centro de Referência, uma organização como o nosso Instituto. Denunciar não é um ato contra a família, é um ato a favor da sua vida e da vida dos seus filhos.”

Ela conclui frisando que romper o silêncio é o primeiro passo para interromper o ciclo da violência. “O silêncio protege o agressor, nunca protege você. E se hoje você não se sente pronta para denunciar, pelo menos busque informação, busque uma rede de apoio, isso já é um primeiro passo.”

Por Adelmo Lucena - Diário de Pernambuco

OURICURI - POLÍCIA CIVIL PRENDE SEGUNDO SUSPEITO DA MORTE DE EMPRESÁRIOS EM EXU


A Polícia Civil de Pernambuco, por meio da 24ª Delegacia de Polícia de Homicídios de Araripina, prendeu, na manhã desta quinta-feira (06), o segundo investigado por envolvimento no duplo homicídio que vitimou empresários no município de Ouricuri, no Sertão do Araripe.

O homem, identificado pelas iniciais *C. L. da S.*, foi alvo de mandado de prisão preventiva e de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário nos autos do processo nº 0001841-35.2026.8.17.3020.

Concluído o cumprimento das medidas judiciais, o preso foi apresentado à autoridade policial para a adoção das providências legais cabíveis e posterior submissão ao Poder Judiciário.

As investigações permanecem em andamento, sob responsabilidade da 24ª Delegacia de Polícia de Homicídios de Araripina, com o objetivo de esclarecer integralmente as circunstâncias do duplo homicídio e individualizar a participação de todos os envolvidos.

A Polícia Civil de Pernambuco reafirma seu compromisso com a elucidação dos Crimes Violentos Letais Intencionais, o cumprimento das decisões judiciais e a responsabilização criminal dos autores de delitos.


Fonte – Polícia Civil de Pernambuco/ 24ª DPH/ DESEC/ Araripina

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

ARARIPINA - HOMENAGENS, PROJETOS E INDICAÇÕES MOVIMENTAM A 6ª SESSÃO ORDINÁRIA DO SEGUNDO PERÍODO DA CÂMARA MUNICIPAL


Todas as indicações e Projetos de Lei foram aprovados pela unanimidade dos pares que compõem a Casa Joaquim Pereira Lima. A sessão presidida pelo vereador Francisco Edivaldo (PP) e contou com a presença de muitos populares e representações comunitárias.

HOMENAGENS

De autoria do vereador Francisco Edivaldo foi aprovado Projeto de Lei do Legislativo que denomina de Simplícia Pereira Lopes, a Creche localizada no Sítio Flamengo.

De autoria do vereador Naicon Arruda foi aprovado Projeto de Lei do Legislativo que denomina de Antônio Claúdio da Silva (Antônio de Serranea) a Quadra Poliesportiva da Escola Nucleada Maria Heleneide Lopes, localizada na Vila Serrânia I, Distrito de Araripina.

As sessões podem ser acompanhadas através do canal do Youtube: camaradeararipina; Todas as matérias aprovadas estão disponíveis no site: www.araripina.pe.leg.br

GUARDAS MUNICIPAIS JÁ SUPERAM EFETIVO DA POLÍCIA CIVIL EM PERNAMBUCO - APONTA ESTUDO


O número de guardas municipais em Pernambuco já supera o efetivo da Polícia Civil. Levantamento divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) revela que o estado possui 6.111 guardas municipais, distribuídos em 98 municípios, enquanto a Polícia Civil pernambucana conta com 4.326 policiais civis em atividade em 2025.

A pesquisa integra a segunda edição do Raio-X das Forças de Segurança Pública do Brasil e dedica uma parte às Guardas Municipais, que, segundo os pesquisadores, vivem o maior processo de expansão desde a criação dessas corporações.

Além do aumento do efetivo, o relatório aponta uma ampliação gradual das funções exercidas pelos guardas, que passaram a atuar de forma cada vez mais presente nas atividades de segurança pública.

Os números mostram que Pernambuco está entre os estados com maior presença dessas corporações no Nordeste. O levantamento une informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho; da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), do IBGE; e do Diagnóstico Nacional das Guardas Municipais, elaborado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Após cruzar as três bases, o Fórum concluiu que o estado possui 98 municípios com Guarda Municipal e um efetivo de mais de 6 mil agentes.

Quatro cidades de Pernambuco extrapolam limite legal

O crescimento das Guardas Municipais é apontado no relatório como uma tendência nacional, mas o estudo identifica quatro municípios que mantêm efetivos acima do limite permitido pelo Estatuto Geral das Guardas MunicipaisSão eles:

Ipojuca, com 417 guardas, quando o limite seria de aproximadamente 297;

Solidão, com 63 agentes para um limite de apenas 21;

Xexéu, com 54 integrantes, acima do teto de 46;

Tamandaré, que possui 101 guardas para um limite de cerca de 94 servidores.

Os dados são referentes a 2023 e foram informados pelos próprios municípios ao IBGE.

Entre os casos, Solidão, no Sertão pernambucano, chama a atenção dos pesquisadores por apresentar um dos maiores excessos proporcionais do país. Com população estimada em 5.271 habitantes, o município deveria possuir, no máximo, 21 guardas municipais. No entanto, informou um efetivo de 63 agentes, exatamente o triplo do limite previsto em lei.

O relatório cita o município pernambucano como exemplo nacional de extrapolação do teto legal, ao lado de cidades da Bahia, Paraíba e Sergipe. O estudo explica que o Estatuto Geral das Guardas Municipais estabelece limites máximos de efetivo conforme o tamanho da população.

Pela legislação, municípios com até 50 mil habitantes podem manter guardas em quantidade correspondente a até 0,4% da população. Entre 50 mil e 500 mil habitantes, o limite cai para 0,3%, enquanto cidades acima de 500 mil habitantes podem possuir efetivo equivalente a até 0,2% dos moradores.

Apesar dessa previsão legal, o Fórum afirma que não existe atualmente nenhum órgão nacional encarregado de verificar o cumprimento desses limites, o que permite que municípios mantenham efetivos superiores aos previstos sem qualquer tipo de fiscalização.

Em todo o Brasil, 44 municípios ultrapassam os tetos estabelecidos na legislação. Em alguns casos, segundo o levantamento, o efetivo supera mais que o dobro do permitido. Em outros, como Solidão, chega a ser três vezes maior.

Guardas crescem e polícias civis enfrentam estagnação

O levantamento mostra que as Guardas Municipais foram as corporações que mais cresceram nos últimos anos. No país, o efetivo passou de pouco mais de 95 mil agentes para 107.457 guardas municipais, ultrapassando numericamente a Polícia Civil brasileira.

Os pesquisadores observam que esse movimento ocorre justamente em um cenário de dificuldades enfrentadas pelas polícias investigativas para recompor seus quadros. O crescimento das Guardas Municipais acontece paralelamente à tramitação da PEC 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública.

A proposta prevê a inclusão dessas corporações no artigo 144 da Constituição Federal sob a denominação de polícias municipais, conferindo-lhes competências relacionadas ao policiamento ostensivo e comunitário. Para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, essa mudança institucional precisa ser acompanhada de mecanismos mais robustos de governança e fiscalização.

O relatório questiona como conceder status equivalente ao de polícia a instituições cujo número exato ainda não é conhecido, que apresentam estruturas diferentes entre si e que, em muitos casos, não possuem códigos de conduta, produção sistemática de dados ou controle externo consolidado.

Segundo os pesquisadores, ampliar o poder de polícia sem estabelecer previamente mecanismos nacionais de transparência e responsabilização pode reproduzir problemas já observados em outras forças de segurança.

O documento lembra ainda que o Supremo Tribunal Federal decidiu, em maio de 2026, que as Guardas Municipais não podem ser rebatizadas pelas prefeituras como “Polícia Municipal”, por entender que essa nomenclatura pode induzir a interpretações incompatíveis com a divisão constitucional de competências.

Ao mesmo tempo, observa o Fórum, decisões anteriores reconheceram que essas corporações podem desempenhar atividades de policiamento ostensivo, criando um cenário considerado contraditório pelos autores do estudo. Na avaliação deles, essa indefinição jurídica mostra a necessidade de uma regulamentação mais clara antes da ampliação das atribuições das Guardas.

No Recife, até o momento, são 25 agentes da Guarda Civil Municipal armados. Estes já concluíram o curso de formação e receberam o porte. Sete turmas já fizeram a formação, mas estão aguardando a liberação do porte, que é um trâmite que fica sob a responsabilidade da Polícia Federal. De acordo com a gestão municipal, nesse primeiro momento, 250 agentes farão o curso de formação que capacita para o uso de armas de fogo em serviço.

Veja também:




Além disso, o relatório conclui que essa expansão precisa ser acompanhada de critérios nacionais mínimos. Entre os pontos considerados indispensáveis estão corregedorias independentes, ouvidorias efetivamente autônomas, protocolos nacionais sobre uso da força, transparência das operações, monitoramento da letalidade policial, controle sobre armamentos, produção padronizada de dados e fiscalização permanente das corporações.

Os autores também avaliam que a municipalização da segurança pública é um processo praticamente irreversível, mas defendem que o país avance na criação de um órgão nacional responsável por acompanhar, supervisionar e fiscalizar a atuação das Guardas Municipais.

Por Adelmo Lucena - Diário de Pernambuco

AGRESTE - APÓS SUSPENSÃO DO TCE, GOVERNO DE PERNAMBUCO INICIA DUPLICAÇÃO DA BR-232


Depois de ter a licitação suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) por falhas apontadas no edital, o governo de Pernambuco deu início, nesta quarta-feira (5), às obras da primeira etapa da duplicação da BR-232, entre os municípios de São Caetano e Belo Jardim, no Agreste. O trecho inicial compreende 28,8 quilômetros de extensão, com investimento de R$ 236 milhões e prazo de execução de 720 dias.

A obra é feita no trecho da BR-232 entre São Caetano e Serra Talhada, considerada uma das principais intervenções de infraestrutura viária previstas para o interior do estado. O primeiro segmento contempla a duplicação e a restauração da rodovia entre o fim da pista já duplicada, em São Caetano, e o entroncamento com a PE-166, em Belo Jardim.

Em junho deste ano, a Primeira Câmara do TCE-PE determinou a suspensão da concorrência eletrônica destinada à contratação da obra. A decisão foi motivada por irregularidades identificadas no edital, entre elas exigências consideradas inadequadas para a habilitação de empresas, divergências entre o Termo de Referência e as planilhas orçamentárias, ausência de matriz de alocação de riscos e falta de justificativa técnica para a inversão das fases da licitação.

Após promover ajustes no processo, o governo conseguiu dar prosseguimento à contratação e iniciar a execução dos serviços.

Segundo a gestão estadual, nesta fase inicial os trabalhos começam a partir de São Caetano, com equipes e máquinas já mobilizadas no trecho. O projeto prevê a recuperação da pista existente e a construção de uma nova pista em pavimento rígido de concreto, material que apresenta maior vida útil e menor necessidade de manutenção em comparação ao asfalto convencional.

Além da duplicação, o contrato inclui melhorias no sistema de drenagem, nova sinalização horizontal e vertical, adequação dos acessos à rodovia, restauração de duas pontes existentes, construção de outras duas estruturas e implantação de 17 retornos operacionais ao longo do percurso.

O Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER-PE) é responsável pela elaboração do projeto e pela fiscalização da obra. De acordo com o diretor-presidente da autarquia, André Fonseca, os projetos dos próximos lotes já estão em desenvolvimento para permitir a continuidade da duplicação em direção ao Sertão.

"Neste primeiro momento, as obras se iniciam em São Caetano e seguem até Belo Jardim, com máquinas e trabalhadores já mobilizados no trecho. Paralelamente, estamos elaborando os projetos dos próximos lotes para que a duplicação da BR-232 avance até Serra Talhada, no Sertão. Hoje, damos início a uma grande realização para o povo pernambucano”, afirmou.

Veja também:



O projeto completo prevê a duplicação de aproximadamente 265 quilômetros entre São Caetano e Serra Talhada. A intervenção foi dividida em dois grandes lotes, sendo que o primeiro compreende o trecho entre São Caetano e Arcoverde, e o segundo ligará Arcoverde até Serra Talhada.

A obra integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, e é apontada pela gestão estadual como estratégica para ampliar a capacidade da rodovia e melhorar a ligação entre o Agreste, o Sertão e a Região Metropolitana do Recife.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

HISTÓRIA - LBV CELEBRA 50 ANOS DE ATUAÇÃO NA CAPITAL PERNAMBUCANA


A Legião da Boa Vontade (LBV) celebrará nesta sexta-feira, 7 de agosto, um marco importante de sua história: 50 anos de trabalho ininterrupto em Recife/PE. Ao longo dessa trajetória, a Instituição tem construído uma história pautada pela Solidariedade, pelo respeito à dignidade humana e pela promoção do desenvolvimento social sustentável, beneficiando milhares de pessoas na capital pernambucana.
Instalada no bairro dos Coelhos, na cidade do Recife — conhecida como a Veneza Brasileira — a LBV reafirma diariamente seu compromisso com aqueles que mais precisam. Atualmente, a unidade de Recife atende 220 crianças e adolescentes (de 6 a 15 anos), por meio do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos Criança: Futuro no Presente!; e 140 pessoas idosas (com 60 anos ou mais), atendidas pelo serviço Vida Plena, proporcionando acolhimento, convivência saudável, fortalecimento da cidadania e garantia de direitos.
A celebração dos 50 anos da Instituição em Recife é um momento de agradecimento à população pernambucana, aos voluntários, parceiros, colaboradores e doadores, que acreditam na força transformadora da Boa Vontade. Graças a esse apoio, a LBV mantém suas ações socioassistenciais e humanitárias, promovendo oportunidades e contribuindo para a construção de um futuro mais justo e solidário.
No Brasil, a LBV, somente em 2025, a Instituição realizou mais de 10 milhões de atendimentos e benefícios, alcançando pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social em centenas de municípios das cinco regiões do país. Entre as ações desenvolvidas estão a entrega de cestas de alimentos, kits pedagógicos, itens de higiene e de limpeza, uniformes, cobertores e outras iniciativas voltadas à proteção social e à promoção da qualidade de vida.
Outro destaque é a tradicional campanha Natal Permanente da LBV – Jesus, o Pão Nosso de cada dia!, que entregou mais de 40 mil cestas de alimentos não perecíveis, totalizando mais de 700 toneladas de mantimentos, beneficiando milhares de famílias brasileiras.

Cinco décadas transformando vidas em Pernambuco

Ao celebrar seus 50 anos em Recife, a LBV renova seu propósito de continuar investindo no desenvolvimento humano e social de crianças, adolescentes, idosos e famílias. Mais do que números, a trajetória da Instituição é marcada por histórias de superação, oportunidades e esperança que atravessam gerações.

Falar em Solidariedade é lembrar da LBV. Cada gesto de apoio fortalece ações que promovem educação, segurança alimentar, convivência comunitária, proteção social e qualidade de vida para quem mais precisa.

A história construída ao longo desses 50 anos na capital pernambucana é resultado da união de muitas mãos e corações solidários.

Quando a LBV chamar, atenda com o coração: diga SIM! Apoie essa causa

Faça a sua doação pelo site www.lbv.org.br ou pela chave Pix pix@lbv.org.br.

Acompanhe as ações da Instituição nas redes sociais pelo perfil @LBVBrasil.


Serviço

Evento: Comemoração dos 50 anos da LBV no Recife

Local: Rua dos Coelhos, 219 – B. Coelhos — próximo ao Cais José Mariano.

Dia: 7/8/26 (sexta-feira)

Horário: 14 horas

Informações: (81) 3413-8601