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sexta-feira, 17 de março de 2017

MEIO AMBIENTE - PATRULHA AMBIENTAL SE ENVOLVE NA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017

O mundo está cada vez mais preocupado com a atual situação do meio ambiente, uma série de fatores são responsáveis por isso como, a qualidade do ar que respiramos, da água que consumimos, os alimentos que ingerimos, o temor a desastres naturais, ou até mesmo a preservação para as futuras gerações (filhos e netos). Cada um tem seu motivo para se preocupar com o meio ambiente, o importante é que junto com as preocupações, existam ações para a melhoria ambiental, e é esse trabalho que o grupo da Patrulha Ambiental Itinerante vem desenvolvendo (mesmo com dificuldades) na região do Araripe.
Mas para isso necessitamos da colaboração de toda a sociedade em adotar no seu dia-a-dia o Desenvolvimento Sustentável, que visa suprir as necessidades da geração atual sem comprometer as futuras gerações, sugerindo qualidade em vez de quantidade e analisar o que realmente é necessário para a sobrevivência, tendo a consciência que fazemos parte do meio e que nunca fomos e nem seremos superiores a criação divina.
E pensando sempre na defesa do meio ambiente e que estamos divulgando e apoiando a Campanha da Fraternidade 2017, que tem o seu tema“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”.
A Campanha da Fraternidade 2017 – CF 2017, é realizada todos os anos pela Igreja Católica com diferentes temas no Brasil. A CF 2017 nada mais é do que uma campanha que envolve a comunidade com diversas ações pastorais em todas as regiões do Brasil, sendo marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social e comunitária, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, onde toda a população envolvida na Campanha da Fraternidade é convidada a ver, julgar e agir.
A caatinga ocupa uma área de cerca de 844.453 km2, o equivalente a 11% do território nacional. Engloba os estados Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais. Rico em biodiversidade, o bioma abriga 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 de abelhas. Cerca de 27 milhões de pessoas vivem na região, a maioria carente e dependente dos recursos do bioma para sobreviver. A caatinga tem um imenso potencial para a conservação de serviços ambientais, uso sustentável e bioprospecção (biodiversidade de uma região, dos seus recursos genéticos e bioquímicos de valor comercial) que, se bem explorado, será decisivo para o desenvolvimento da região e do país. A biodiversidade da caatinga ampara diversas atividades econômicas voltadas para fins agrosilvopastoris (integração de lavouras, com espécies florestais e pastagens) e industriais, especialmente nos ramos farmacêutico, de cosméticos, químico e de alimentos.
Apesar da sua importância, o bioma tem sido desmatado de forma acelerada, principalmente nos últimos anos, devido principalmente ao consumo de lenha nativa, explorada de forma ilegal e insustentável, para fins domésticos e industriais, ao sobrepastoreio (plantas expostas a pastejo intensivo durante longos períodos de tempo) e a conversão para pastagens e agricultura.
Frente ao avançado desmatamento que chega a 46% da área do bioma, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o governo busca concretizar uma agenda de criação de mais unidades de conservação federais e estaduais no bioma, além de promover alternativas para o uso sustentável da sua biodiversidade. (Grifos do autor)
“Se nos aproximarmos da natureza e do meio ambiente sem a abertura para a admiração e o encanto, se deixarmos de falar a língua da fraternidade da beleza na nossa relação com o mundo, então as nossas atitudes serão as do dominador, do consumidor ou de um mero explorador dos recursos naturais, incapaz de pôr um limite aos interesses imediatos”
Papa Francisco

Imagens: Google

Fonte - Blog Patrulha Ambiental 

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